sábado, 8 de agosto de 2020

Dia Nacional de Combate ao Colesterol

No dia 08 de agosto é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Colesterol. A data serve para alertar e prevenir sobre os riscos do colesterol elevado que segundo os especialistas do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia, é uma das principais causas de doenças cardiovasculares, entre elas infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
O que muitos não sabem é que o colesterol é essencial para o funcionamento do organismo. Então, você deve estar se perguntando: afinal ele é mocinho ou vilão?
Confira 10 coisas que você precisa saber para responder esta pergunta:

1     Colesterol é necessário ao organismo – ele  é um tipo de gordura que faz parte da estrutura das células do cérebro, nervos, músculos, pele, fígado, intestinos e coração, por isso  é essencial para o funcionamento destas células. É importante para a formação de hormônios de vitamina D e ácidos biliares, que ajudam na digestão das gorduras da alimentação.

2     O excesso de colesterol ruim é que causa infarto e AVC - O colesterol no sangue circula ligado a lipoproteínas chamadas de colesterol bom (HDL) e colesterol ruim (LDL). O excesso de LDL é que está associado às doenças cardíacas. Este é que deve ser tratado. O índice elevado de colesterol bom (HDL) protege de doenças cardíacas;

3     O excesso de colesterol ocorre por fatores genéticos e alimentares - Cerca de 70% do colesterol no sangue vem do fígado e apenas 30% vêm da alimentação. Depois de passar pela circulação sanguínea, o colesterol precisa ser removido novamente pelo fígado para formar bile. Os níveis de colesterol no sangue dependem, portanto, principalmente da capacidade do fígado em removê-lo, o que varia de pessoa para pessoa.

4     Pessoas magras podem ter colesterol alto – Os s níveis de colesterol no sangue dependem muito mais da taxa de remoção do colesterol pelo fígado, que é genética. Quem tem parentes de primeiro grau, pai, mãe, irmãos, com colesterol alto, tem chance de ter também.

5     O colesterol ruim forma placa de ateroma - O excesso de LDL (colesterol ruim) causa doenças vasculares. Ele se deposita na parede interna das artérias e gradualmente vai formando uma placa chamada ateroma. Estes ateromas vão obstruindo gradualmente as artérias o que pode provocar infarto agudo do miocárdio e AVC.

6      Importante controlar os outros fatores de risco - Além dos níveis de LDL, é preciso controlar a glicose, a pressão, parar de fumar e reduzir o peso excessivo.

7     É importante o estilo de vida saudável -.Evitar o sedentarismo,  alimentos com gordura saturada e não fumar são medidas importantes para uma vida saudável.

8     Todos acima de 10 anos devem dosar o colesterol - Adultos e crianças acima de 10 anos devem dosar o colesterol e suas frações pelo menos uma vez. Se elevados, o médico vai definir o risco cardiovascular individual e planejar um tratamento adequado.

9      O tratamento é preventivo e permanente - O tratamento do colesterol deve ser preventivo e para a vida toda com o objetivo de reduzir o risco cardiovascular. Na verdade não se busca uma cura e sim um controle que pode ser feito por medidas de estilo de vida ou medicamentos.

10   O tratamento reduz mortalidade - A cada 40mg/dL de colesterol LDL reduzido, a mortalidade por infarto se reduz em 20%. Portanto, quanto mais alto o colesterol, mais importante é o tratamento adequado.

Informações da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Fonte: Imprensa HCU-UFU

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

ATENÇÃO!!! Tempos de COVID-19, também, são tempos de EMPATIA!!!

Profissionais de saúde se sentem inseguros com a possibilidade de atender pacientes que não informam resultado de exame

Em meio à pandemia do novo coronavírus eles são visto como verdadeiros heróis. Pessoas que arriscam a vida para garantir o atendimento aos pacientes vítimas da Covid-19 e de várias outras doenças. Os profissionais de saúde têm recebido homenagens, agradecimentos, aplausos como reconhecimento à tarefa que estão enfrentando.
Mas, nem tudo são flores nesta rotina de pandemia. Além da insegurança quanto ao risco de contraírem a doença durante o atendimento a pacientes contaminados, mesmo usando os equipamentos de proteção Individual (EPIs) e seguindo todas as recomendações, os profissionais têm que se preocupar também com a possibilidade de algumas pessoas que omitem estarem positivas para o novo coronavírus.
Desde o início da pandemia os hospitais destinaram áreas separadas para o atendimento aos suspeitos da doença. “Quando o paciente chega a unidade de saúde é perguntado, tanto para ele quanto para o acompanhante, se apresentam sintomas respiratórios ou se tiveram contato com suspeitos ou positivados para a Covid-19”, explica a chefe da Gerência de Risco do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), Cristiane Fernandes. Segundo a médica, esta informação é importante para direcionar o fluxo de atendimento do paciente garantindo a segurança da equipe e de outros pacientes.
Recentemente, o HC-UFU recebeu dois pacientes que estavam positivos para a Covid-19 e eles não informaram as equipes no momento da admissão. “Tivemos dois pacientes que só informaram que tinham testado positivo para Covid-19, após alguns dias de internação”, conta Fernandes. Os pacientes foram testados novamente no HC-UFU. Um deles estava fora do período de transmissibilidade do vírus, porém o outro ainda estava na fase de transmissão. “Tivemos que testar mais de 50 profissionais que mantiveram contato direto com ele. Felizmente, ninguém se contaminou” ressalta.
A infectologista do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH-HC-UFU), Astrídia Fontes explica que atitudes como esta podem disseminar o vírus para uma quantidade muito grande de pessoas. “Uma das características desse novo coronavírus é a alta infectividade. Estudos recentes indicam que o grau de contágio é muito maior do que se imaginava: uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para outras cinco ou seis pessoas”, alerta Fontes.
A médica destaca ainda que numa instituição de saúde, o paciente tem a obrigação ética de informar sobre sua condição. “Um surto por Covid-19 em hospitais representa risco de morte para funcionários e pacientes, incluindo o fechamento de unidades de internação e como consequência óbito dos que não conseguirão leito hospitalar para tratamento de diversas doenças, que continuam acontecendo”, afirma. 
Fonte: Imprensa HCU-UFU

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Osesp ao vivo na Sala São Paulo esta semana


Enquanto a Temporada 2020 não é retomada, a Osesp preparou uma programação especial para o início de agosto: três transmissões online e ao vivo, diretamente da Sala São Paulo, sem público na plateia. A primeira aconteceu no dia 1/ago (sábado), com o Grupo de Metais da Osesp sob a regência de Wagner Polistchuk, alcançando mais de 11 mil visualizações ao vivo. A gravação desse concerto, assim como dos demais, ficará disponível em todos os canais digitais da Osesp.

Os próximos concertos acontecem nos dias 7/ago (sexta, às 19h) e 8/ago (sábado, às 16h30), com a Osesp em formação reduzida, com cerca de 50 músicos para cada programa, e comandada, respectivamente, pelos regentes Wagner Polistchuk e Emmanuele Baldini. As duas apresentações são dedicadas a obras de Beethoven, em comemoração aos 250 anos de nascimento do compositor alemão, tema da Temporada 2020.

Os concertos serão transmitidos gratuitamente pelas mídias sociais da Osesp: YouTube (youtube.com/videososesp), Facebook (facebook.com/osesp/) e Instagram (instagram.com/osesp_/).

As apresentações e toda a produção envolvida nessas transmissões respeitam as normas de higiene e distanciamento necessárias à contenção da propagação da Covid-19 e à preservação da saúde e segurança de todos os músicos e demais funcionários da Fundação Osesp.

Enquanto as atividades presenciais estão suspensas, a Fundação Osesp tem oferecido ao público a “Sala São Paulo Digital”, uma diversificada programação online pelos canais de mídias sociais, disponibilizando gravações de concertos de temporadas passadas, apresentações dos músicos da Orquestra e do Coro em suas próprias casas, além de uma série de lives, em que músicos e convidados falam ao vivo sobre diversos temas ligados à música. Saiba mais: http://salasaopaulo.art.br/paginadinamica.aspx?pagina=digital.


TRANSMISSÕES AO VIVO | PROGRAMAÇÃO  

07/Ago (sex), 19h | Osesp (formação reduzida) | Wagner Polistchuk (regente)

Ludwig van Beethoven
Abertura Leonora nº 1, Op.138
Sinfonia nº 7 em Lá maior, Op.92


08/Ago (sáb), 16h30 | Osesp (formação reduzida) | Emmanuele Baldini (regente)

Ludwig van Beethoven
Abertura Coriolano, Op.62
Sinfonia nº 5 em dó menor, Op.67


A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos culturais da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, sob gestão da Fundação Osesp.


Fonte: Assessoria de Imprensa – Osesp