sábado, 6 de agosto de 2016

SEMINÁRIO NACIONAL GUIMARÃES ROSA - PUC MINAS – 10, 11 e 12 de novembro de 2016.

Seminário Nacional Guimarães Rosa: inscrições abertas

 

Estão abertas as inscrições para o Seminário Nacional Guimarães Rosa, que acontecerá de 10 a 12 de novembro, na PUC Minas. As inscrições podem ser feitas para ouvintes e apresentação de trabalhos, nas modalidades de professores e pesquisadores, alunos de pós-graduação, profissionais da educação básica e alunos da graduação com apresentação de pôster. Os valores variam de R$40 a R$140. O prazo para se inscrever para apresentação de trabalhos (comunicação individual, comunicações coordenadas, banner) vai até 25 de setembro, e, para ouvinte, até 10 de novembro. As inscrições podem ser feitas através do link.
O evento é uma realização do Programa de Pós-graduação em Letras e do Centro de Estudos Luso-Afro Brasileiros (Cespuc). O seminário contará com sete oficinas/minicursos com vagas limitadas. Para se inscrever, o interessado deve enviar um e-mail para o endereço cespuc@pucminas.br, indicando a oficina/minicurso escolhido e dados pessoais. As ementas de cada oficina/minicurso podem ser acessadas através do link.
Para mais informações, acesse o site https://seminarioguimaraesrosa.wordpress.com/.



Jornal da USP Especial: JOGOS OLÍMPICOS - Rio 2016 -

Para as milhares de pessoas que assistirão ao vivo à Olimpíada do Rio de Janeiro – cuja abertura oficial será no próximo dia 5 – e para os bilhões de espectadores de todas as latitudes que torcerão de olhos grudados na TV, a disputa por medalhas acontece nas raias, quadras, gramados, piscinas, tatames. Mas os jogos olímpicos também são disputados nos campos da ciência. Cada vez mais especialistas de várias áreas do conhecimento – muitos deles da USP – se debruçam sobre a atividade física de alto rendimento e sobre o papel social, político, cultural e econômico que uma olimpíada desempenha.

Nessa série de reportagens especiais, o Jornal da USP traz um material exclusivo acerca não só da performance esportiva que se verá no Rio de Janeiro, mas também apresenta reflexões e análises – como os dez textos do dossiê “Jogos Olímpicos”, da recém-lançada Revista USP – que ajudam a entender melhor a razão de o conceito de “mais forte, mais alto, mais rápido” ir muito além da disputa esportiva.

Legislação de proteção à mulher será acessível aos cegos

O IBC VAI REALIZAR A TRANSCRIÇÃO, PARA O BRAILLE, DAS LEIS MARIA DA PENHA E DO FEMINICÍDIO


A parceria do IBC com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres foi definida hoje (20/07), na reunião entre a assessora da Direção-Geral do IBC, Maria da Glória de Souza Almeida, a coordenadora de Comunicação da SPM-Rio, Cida Santos e a jornalista Melissa Ornelas, também da Secretaria.

Segundo Cida Santos, a necessidade de dar acessibilidade às mulheres cegas aos mecanismos de assistência e proteção contra a violência doméstica e familiar ficou evidente a partir das denúncias que a SPM-Rio tem recebido de casos de abuso sofrido por essas mulheres que constam no Dossiê Mulher 2016, divulgado recentemente pelo Instituto de Segurança Pública, do governo do Estado do Rio de Janeiro.

“Este será o primeiro material da SPM-Rio acessível a cegos. A partir de agora, a transcrição para o Braille dos documentos públicos passará a ser a regra, disse Cida Santos. Segundo ela, uma parceria semelhante foi firmada com o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines). “Iremos produzir seis programas sobre os conteúdos das Leis Maria da Penha e do Feminicídio na Língua Brasileira de Sinais para que eles sejam também conhecidos pelas pessoas surdas”, completou.

Na reunião ficou acertada também a realização de uma palestra sobre as duas leis e também sobre os direitos da mulher durante a semana comemorativa ao aniversário do IBC, em setembro. A palestra será dada pela subsecretária de Ações Temáticas da SPM-Rio, Kátia Lobo.

A professora Maria da Glória elogiou a iniciativa da Secretaria, dizendo esperar que ela sirva de exemplo para todas as instituições públicas e privadas. “Ter acesso a informações tão básicas como essas são fundamentais para o exercício da cidadania pela pessoa cega, mas isso é só o primeiro passo. É preciso continuar nesse processo, fazer com que a inclusão faça parte da rotina das instituições”, disse a professora.

Para se informar sobre os dados do dossiê, clique em Dossiê Mulher 2016