sábado, 12 de novembro de 2016

Semana jovem na Osesp + Coro com Celso Antunes + Octeto de Schuber


SOLISTAS DA OSESP | OCTETO DE SCHUBERT | 17 NOVEMBRO (19H) E 19 NOVEMBRO (14H45) | SALA DO CORO 

Pela série Solistas da Osesp, os músicos Sérgio Burgani (clarinete), Francisco Formiga (fagote), Luiz Garcia (trompa), Anderson Farinelli e César Miranda (violino), Sarah Pires (viola), Rodrigo Andrade (violoncelo) e Alexandre Rosa (contrabaixo) interpretam oOcteto em Fá Maior, D 803, de Franz Schubert.

A peça, que integra o ciclo “Schubert em Foco”, em andamento na Temporada 2016, se caracteriza por explorar como solistas os diferentes instrumentos do conjunto, que se destacam alternadamente ao longo de toda a obra.

Informações sobre os concertos:
- Concertos: 17/11 (qui), às 19h, e 19/11 (sáb), às 14h45. Ingressos: R$ 63,00.

Os concertos da Osesp são uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura, e contam com o patrocínio do Itaú Personnalité, BM&FBovespa, Banco Votorantim e Deloitte.

OSESP COM JURAJ VALCUHA (REGENTE) E JAN LISIECKI (PIANO) | 17 A 19 NOVEMBRO

   

O regente eslovaco Juraj Valcuha, recém nomeado Diretor Musical do Teatro di San Carlo (Nápoles) e titular da Orquestra Sinfônica da Rai (Milão, 2009-2016), apresenta-se pela primeira vez com a Osesp, que recebe como solista o jovem pianista canadense Jan Lisiecki (que esteve com a Orquestra em 2012), reconhecido por sua extraordinária sensibilidade e interpretação madura, e premiado com o Diapason Découverte pela gravação dos concertos para piano de Chopin com a Sinfônica de Varsóvia (2010).

O programa inicia com o poema sinfônico Im Sommerwind, de Anton Webern (12 min), composto aos 20 anos de idade pelo autor e considerado sua primeira grande obra orquestral.

Em seguida, Jan Lisieck interpreta, à frente da Osesp, o Concerto nº 2 Para Piano em Fá Menor, Op.21, de Frédéric Chopin (32 min), obra da juventude do compositor polonês, que a escreveu com cerca de 20 anos de idade.

Na continuação, a Osesp toca os Quatro Interlúdios Marítimos da ópera Peter Grimes, de Benjamin Britten (16 min), cujo conjunto de peças curtas – “Dawn”, “Sunday Morning”, “Moonlight” e “Storm” – constitui, em si, uma obra à parte.

Ao final, a Orquestra executa a vigorosa La Valse, de Maurice Ravel (12 min), obra de referência do repertório orquestral, de marcante virtuosismo sinfônico.

Saiba mais sobre Juraj Valcuha:

Saiba mais sobre Jan Lisiecki:

Informações sobre os concertos:
- Ensaio aberto: 17/11 (qui), às 10h. Ingressos: R$ 10,00. Durante o Ensaio podem acontecer pausas, repetições de trechos e alterações na ordem das obras de acordo com a orientação do regente.
- Concertos: 17/11 (qui) e 18/11 (sex), às 21h, e 19/11 (sáb), às 16h30. Ingressos: R$ 42,00 a R$ 194,00.

Os concertos da Osesp são uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura, e contam com o patrocínio do Itaú Personnalité, BM&FBovespa, Banco Votorantim e Deloitte.


CONCERTO MATINAL GRATUITO | VALENTINA PELEGGI (REGENTE) E JAN LISIECKI (PIANO) | DOMINGO, 20 NOVEMBRO, 11H

A Osesp, sob a batuta da regente assistente Valentina Peleggi, recebe o jovem pianista canadense Jan Lisiecki para interpretar oConcerto nº 2 Para Piano em Fá Menor, Op.21, de Frédéric Chopin (32 min). Em seguida, a Osesp toca La Valse, de Maurice Ravel (12 min), obra de referência do repertório orquestral, de marcante virtuosismo sinfônico.

Os ingressos ficam disponíveis na bilheteria do 1º subsolo da Sala São Paulo a partir da segunda-feira anterior aos concertos, limitados a quatro por pessoa (a partir de cinco ingressos, será cobrado o valor de R$ 2,00 por ingresso, também limitados a quatro por pessoa). No dia do concerto, havendo disponibilidade, a distribuição de ingressos será a partir das 10 horas, limitado a um ingresso por pessoa.

A série Concertos Matinais Gratuitos é uma iniciativa fundamental para formação e ampliação das plateias de música clássica. Com mais de 20 concertos programados para a Temporada 2016, acontece sempre aos domingos pela manhã, sendo dez com a Osesp, comandada tanto pela titular Marin Alsop, como pela regente assistente Valentina Peleggi, e também por prestigiados maestros convidados. Complementam a programação concertos de diversas orquestras parceiras.

Os Concertos Matinais Gratuitos são uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura, e contam com o apoio do Banco Votorantim.


CORO DA OSESP COM CELSO ANTUNES (REGENTE ASSOCIADO) | DOMINGO, 20 NOVEMBRO, 16H



O Coro da Osesp, sob a batuta do regente associado Celso Antunes, interpreta composições corais de Johannes Brahms e uma missa-oratório de Heitor Villa-Lobos. O programa tem a participações dos cantores Érika Muniz (soprano), Solange Ferreira (mezzo soprano), Luiz Guimarães (tenor) e Francisco Meira (baixo-barítono) como solistas.

PROGRAMA

JOHANNES BRAHMS
Warum ist das Licht gegeben dem Mühseligen?, Op.74 nº 1 [Por Que se dá Luz ao Aflito?]
(11 min)
Fest- und Gedenksprüche, Op.109 [Lemas Festivos e Comemorativos]
(10 min)
Schaffe in mir, Gott, ein rein Herz, Op.29 nº 2 [Cria em Mim, ó Deus, um Coração Puro]
(7 min)

HEITOR VILLA-LOBOS
Vidapura
(22 min)

Informações:
- Concerto: 20/11 (dom), às 16h. Ingressos: R$ 43,50.

Os concertos da Osesp são uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura, e contam com o patrocínio do Itaú Personnalité, BM&FBovespa, Banco Votorantim e Deloitte. 

INFORMAÇÕES À IMPRENSA: Alexandre Félix

Paraíso Perdido nos Bolsos - banda Pelos faz show de lançamento do seu terceiro disco no Centro Cultural Vila Fátima - 19 de novembro

PARAÍSO PERDIDO NOS BOLSOS: novo álbum da banda Pelos apresenta pluralidade musical e aborda política, amores e negritude
O show de lançamento será realizado no Centro Cultural Vila Fátima

 Nascida em 1999, a banda Pelos é um dos nomes mais importantes da cena rock em Belo Horizonte e chega ao seu terceiro trabalho de estúdio. A longa estrada – 17 anos – se traduz em canções maduras e composições ousadas nas quais não há preocupações com rótulos e a honestidade com a próprio música vem em primeiro plano, como pode ser sentido no novo trabalho da banda. 
O álbum “Paraíso Perdido nos Bolsos” traz dez canções que exploram as várias referências musicais dos integrantes, passeando pelo rock, blues, afrobeat, jazz e soul. A banda é formada por Robert Frank (voz, guitarra, violão, piano e synth), Kim Gomes (guitarra e synth), Heberte Almeida (guitarra e voz), Joymar BCastro (baixo e voz) e Mamede (bateria).  A produção do novo disco é assinada pelos próprios integrantes e pelo músico Fabrício Galvani, e conta ainda com participações de artistas da cena mineira como as vozes de Lu Daiola, Michelle Oliveira (Cromossomo Africano), Júlia Dias (Negras Autoras), Manu Ranilla (Projeto Manobra), Daisy Pacheco (The Us), naipe de metais de Jonatha Max (Pequena Morte), Ana Estrela e Pacífico Júnior, além do piano de Leonardo Ramos. 
O show de lançamento será realizado no dia 19 de novembro no Centro Cultural Vila Fátima (Rua São Miguel Arcanjo, 215- Nossa Senhora de Fátima), a partir das 15h, com show de abertura do músico Marquim D’Morais. A entrada é franca.
O álbum está disponível para streaming aqui


Trajetória e novos caminhos

A Pelos é uma dessas bandas essenciais para a compreensão do cenário rock de Belo Horizonte. Batizada originalmente de “Pelos de Cachorro”, a banda foi criada por jovens moradores do Aglomerado da Serra e ganhou espaço entre outros trabalhos importantes do cenário da capital. O trabalho, que agora segue novas direções, refletindo o universo musical diverso dos seus integrantes, começou inspirado na cena pós-punk dos anos 80. A banda faz rock do seu jeito, com a sua linguagem. Mesmo que carregue as referências iniciais em seu DNA, há muito mais identidade, fruto dos anos de estrada e diálogos realizados neste período.  Pelos traz no currículo os EPs “Olho do Mundo” (2012), DVD “Pelos - Um Filme Ensaio” (2010), além do “Memorial dos Abismos” (2008) e apresenta agora o seu terceiro disco intitulado “Paraíso Perdido nos Bolsos”. O novo disco se caracteriza por uma liberdade criativa maior em relação aos trabalhos, que, além do flerte com outras sonoridades, também explora temáticas diversas nas letras, indo da política às relações pessoais.  “O disco tem uma abertura maior e uma das novidades é um lado com mais referências da música negra, que não apresentamos antes, a exemplo da faixa ‘Fausto de Gueto’, que é um blues com uma pegada de soul, onde falamos sobre o orgulho negro e enfrentamento ao racismo”, conta o guitarrista Heberte Almeida. A faixa contou com o reforço de vozes femininas marcantes da cena belo-horizontina, como o coro que reuniu Júlia Dias, Manu Ranilla, Lu Daiola e um solo da cantora Michelle Oliveira.  “A gente queria montar esse coro meio gospel e foi muito bom contar com essas participações, por serem mulheres negras o que reforça o tema da música”, acrescenta Robert Frank, principal vocalista da banda. 

O processo de criação também foi mais compartilhado dessa vez, conforme conta Heberte Almeida, “as letras foram feitas de forma mais coletiva, sendo que algumas fizemos realmente juntos, ao mesmo tempo em que algumas letras surgiram de forma individual”, pontua. 

A produção do disco é resultado da parceria com Fabrício Galvani, que foi responsável por todos os trabalhos lançados até então. “Nossa história com ele começou em 2007, quando gravamos o EP Memorial dos Abismos, desde então todos os trabalhos da banda foram feitos com ele, no Estúdio Casa Antiga e também foi baterista da banda em 2012”, conta Heberte. O músico enfatiza que o produtor é muito presente em todo o processo, opinando sobre os timbres e arranjos das músicas, para buscar o melhor caminho.

Sobre a Pelos

Formada em 1999 a Pelos, originalmente batizada de “Pelos de Cachorro”, nasceu no Aglomerado da Serra, periferia de Belo Horizonte, e tornou-se um dos mais importantes nomes do rock na capital mineira, reconhecidamente uma das cenas mais pulsantes do gênero em todo o país. Com identidade marcante, a Pelos apresenta uma linguagem muito própria, definida por belos vocais e pela ousadia das composições, que soam grandiloquentes ao mesmo tempo em que encontram lugar na simplicidade do estilo. Há uma certa elegância em suas músicas em consonância com uma atitude urbana que as mesmas trazem. É rock, no fim das contas, mas como poucos artistas conseguem, a banda imprime uma forma muito particular de fazê-lo.



Este espetáculo é realizado com recursos do Descentra Cultura - Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte - Fundação Municipal de Cultura.

Serviço: Fundação Municipal de Cultura apresenta: Banda Pelos: lançamento do disco “Paraíso Perdido nos Bolsos”
Abertura: Marquim D’Morais
Entrada: Franca
Quando: 19 de novembro, a partir das 15h
Onde: Centro Cultural Vila Fátima (Rua São Miguel Arcanjo, 215 - Serra - Nossa Senhora de Fátima)
Ônibus 9031 e 102

Assessoria de imprensa: Rogério Dias – Aclive Comunicação e projetos 

OSESP TEMPORADA 2017 | MUNDO MAIOR


“Um som no ar, abrigo na hora mais incerta
E o coração nem sabe a quem agradecer,
Na agonia, quem me mostra essa janela aberta
E assim, tão leve, me leva pr’outro mundo –
Um outro mundo, maior e melhor.”
Trecho de Sopro Só [An Die Musik], de Franz Schubert e Franz von Schober (versão de Arthur Nestrovski)

Mundo Maior é o tema da Temporada 2017 da Osesp. Depois de “Lugares da Música” (2015) e “Estado de Escuta” (2016), a nova temporada enfatiza a ideia de buscar na música uma “janela aberta” para “um outro mundo, maior e melhor”, sobretudo em contraponto ao contexto de crises e conflitos que acontecem atualmente em escala planetária.

Nas palavras do diretor artístico da Osesp, Arthur Nestrovski, em seu texto de apresentação do Livro da Temporada 2017: “Talvez não exista, afinal, esse mundo maior e melhor fora da própria música; mas talvez não haja função mais alta para ela do que se manter como é, uma reserva de humanidade e esperança, contra tudo o que conspira para fazer nosso mundo menor. Implícita ou explicitamente, a música assume sempre papel de resistência, concretizada a cada concerto, dia após dia, ano após ano.”
Com 32 programas de assinatura, a nova temporada terá 30 concertos sob a batuta da diretora musical e regente titular da Osesp Marin Alsop. Ao longo do ano, ela rege um ciclo cujo título é O Herói, além de peças que também evocam essa temática, como explica em texto escrito para o Livro da Temporada 2017: "Nesta Temporada estarei à frente de um ciclo especial com o tema do Herói, que me parece cair muito bem nesses tempos que estamos vivendo. (...) As peças de abertura e encerramento também trazem dois símbolos heroicos da composição: a monumental, e final, Nona Sinfonia de Beethoven, e a maravilhosa, e também final, Nona Sinfonia de Mahler."
Nathalie Stutzmann continua, pelo segundo ano, como Artista Associada, atuando como solista e regente, em dois programas distintos.
Artista em Residência será a violinista alemã Isabelle Faustque além de tocar dois concertos diferentes com a Orquestra, faz a integral das Sonatas para Violino e Piano de Beethoven e a integral da Sonatas e Partitas para violino solo de Bach.
O violoncelista Antonio Menesescomemora seus 60 anos em um programa da Osesp sob regência de Nathalie Stutzmann, além de tocar a integral das Suítes para Violoncelo de J.S. Bach, em recitais prelimininares aos seus concertos com a Orquestra.
Novamente à frente da Osesp estarão os regentes Isaac Karabtchevsky (dois programas), Arvo Vomer (dois programas), Neil Thomson (dois programas), Giancarlo Guerrero (dois programas), Sir Richard ArmstrongKrzyzstof Penderecki (também como Compositor Visitante desta Temporada) e Celso Antunes. A regente assistente Valentina Peleggi comanda dois programas (incluindo um pela Série Coral). E, pela primeira vez com a Orquestra, estarão os regentes Robert TreviñoMarzena DiakunEnrique MazzolaOmer Meir WellberIlan VolkovFabien GabelPedro NevesBruno Procópio, além do violinista Luís Otávio Santos (também como solista) e do pianista Jean-Efflam Bavouzet (também como solista). 
Entre os solistas internacionais, a Osesp recebe os pianistas Kirill GersteinAndreas Staier (também em recital solo), Alexander Melkinov (também em recital duo com Isabelle Faust), Louis Lortie (também em recital solo), Stephen HoughMakoto OzoneLouis Schwizgebel e Boris Berezovsky (também em recital solo); os violoncelistas Zuill Bailey e Isang Enders; a violinista Viviane Hagner; a soprano Iréne Theorin e o tenor Lars Cleveman.
Destaque também para os artistas brasileiros, entre estes os pianistas Cristian Budu (também em recital duo com o violinista Luiz Fílip) e Leonardo Hilsdorf; o saxofonista Leo Gandelman e o gaitista José Staneck. E ainda as “pratas da casa” –  instrumentistas da Osesp que atuarão como solistas –, entre estes o spalla Emmanuele Baldini (que também dirige um programa da Osesp), o violoncelista Ilia Laporev, o violista Peter Pas e o clarinetista Sérgio Burgani (Músico Homenageado desta Temporada).

A Temporada recebe dois Compositores Visitantes: a sul-coreana Unsuk Chin e o polonês Krzyzstof Penderecki (também como regente).
Quatro estreias de obras especialmente encomendadas acontecem ao longo do ano, escritas pelos compositores André MehmariPaulo ZubenEdino Krieger e Celso Loureiro Chaves (esta, para o projeto SP-LX Nova Música, parceria da Fundação Osesp com a Fundação Gulbenkian de Lisboa).
Uma nova série – a Osesp 60 –, tem início nessa Temporada, apresentando programas de 60 minutos, sem intervalo, seguidos de conversas dos solistas e regentes com a plateia.
Compositor Transversal será o francês Claude Debussy, com diversas peças  executadas ao longo do ano, em formações variadas. Os outros ciclos programados são: José Maurício 250Haydn em FocoTchaikovsky em Foco e O Herói (este último, sob a regência de Marin Alsop). 
Os projetos fonográficos englobam a conclusão da gravação da integral das Sinfonias de Villa-Lobos regidas por Isaac Karabtchevsky e de Prokofiev regidas por Marin Alsop, além dos lançamentos pelo Selo Digital Osesp (para audição e download gratuitos).
Os projetos educativos da Fundação Osesp também seguem com o Descubra a Orquestra, que recebe crianças e adolescentes de escolas públicas para concertos gratuitos na Sala São Paulo; com as atividades da Academia de Música a Osesp; e com as Turnês Itinerantes, que levam concertos gratuitos por todas as regiões do Estado de São Paulo.
Os concertos da Osesp são uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura. 

MARIN ALSOP | DIRETORA MUSICAL E REGENTE TITULAR DA OSESP
Marin Alsop abre oficialmente a Temporada 2017 regendo a Nona Sinfonia de Beethoven (8 a 12/mar) e, ao longo do ano, comanda obras sinfônicas de destaque, entre estas, a Sinfonia nº 6 em lá menor – Trágica (16 a 18/mar) e a Sinfonia nº 9 em Ré maior (07 a 09/dez), ambas de Gustav Mahler, compositor que Marin tem regido com ênfase, a cada Temporada.
Pelo ciclo O Herói, rege a Berceuse Héroïque, de Debussy (18 a 20/mai), a Sinfonia nº 7 em Dó maior, Op.60 – Leningrado, de Shostakovich (06 a 09/jul), o War Requiem, Op.66, de Benjamin Britten (12 a 14/out), e Uma Vida de Herói, Op.40, de Richard Strauss (19 a 21/out).
Apresenta ainda obras de seu mentor, o compositor e maestro norte-americano Leonard Bernstein: Fancy Free e Mass: Three Meditations (04 a 06/mai) e Concerto para Orquestra (11 a 13/mai). 

OUTROS REGENTES E SOLISTAS EM DESTAQUE
Sir Richard Armstrong rege o Segundo Ato da ópera Tristão e Isolda, de Richard Wagner, tendo como solistas os cantores Lars Cleveman (tenor), Iréne Theorin (soprano), Peter Rose (baixo) e Katarina Karnéus (mezzo soprano). Antes dos concertos, o filósofo Jorge de Almeida ministrará palestras sobre a obra (30/ago, 01 e 03/set).
Isaac Karabtchevsky rege a Sinfonia nº 2 – Ascensão, de Villa-Lobos, em dois Concertos a Preço Popular (23 e 25/fev), além de um programa no final do ano com duas obras de Tchaikovsky: o Concerto nº 1 para Piano em si bemol menor, Op.23, com solo do pianista russo Boris Berezovsky, e a Sinfonia nº 5 em mi menor, Op.64 (30/nov a 03/dez).
O estoniano Arvo Volmer (Diretor Artístico da Ópera Nacional Estoniana e Diretor Musical da Orquestra Haydn de Bolzano) rege dois programas da Osesp. O primeiro inclui a Sinfonia nº 3, de Arvo Pärt, e o Concerto nº 2 para Piano em dó menor, Op.18, de Rachmaninov, com o pianista russo Kirill Gerstein como solista (23 a 25/mar).
Giancarlo Guerrero (Diretor Musical da Nashville Symphony Orchestra) rege dois programas: o primeiro, com o violoncelista norte-americano Zuill Bailey, solista de Contos de Hemingway, de Michael Daugherty (27 a 30/jul), e o segundo com os brasileiros José Staneck, na harmônica, e Leo Gandelman, no saxofone, cada um interpretando uma peça de Villa-Lobos (03 a 05/ago). 
Neil Thomson (Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Goiás) também rege dois programas da Osesp, com destaque para o primeiro, que apresenta o Réquiem, Op.48, de Gabriel Fauré, e o Concerto para Violino, de Unsuk Chin (Compositora Visitante), com solo da violinista alemã Viviane Hagner (25 a 27/mai).

A jovem polonesa Marzena Diakun rege pela primeira vez a Osesp executando obras de Villa-Lobos e Tchaikovsky, tendo como solista o pianista alemão Andreas Staier, que toca o Concerto nº 17 para Piano em Sol maior, KV 453, de Mozart (27 a 29/abr).
O italiano Enrique Mazzola (Diretor Artístico e Musical da Orquestra Nacional d’Ile de France), pela primeira vez com a Osesp, rege obras de compositores franceses, incluindo o Concerto para Piano em Sol maior, de Ravel, com o pianista francês  Louis Lortie, e Images de Debussy (Compositor Transversal da Temporada 2017).
O regente israelense Omer Meir Wollber (Diretor Musical da Raanana Symphonette Orchestra), pela primeira vez com a Osesp, apresenta o Capriccio nº 24 em lá menor de Paganini, com solo do spalla Emmanuele Baldini, além da Rapsódia sobre um Tema de Paganini, Op.43, de Rachmaninov, com o pianista britânico Stephen Hough.
O pianista francês Jean-Efflam Bavouzet atua como regente e solista de um programa que reúne obras de Mozart e Haydn. De Haydn, ele toca o Concerto para Piano em Fá maior, Hob.XVIII: 3 e o Concerto para Piano em Ré maior. Hob XVIII:11. A direção musical é de Emmanuele Baldini (29 a 30/set).
  
NATHALIE STUTZMANN | ARTISTA ASSOCIADA 2016-18
Nathalie Stutzmann, que inaugurou o posto de Artista Associada em 2016, continua com a Osesp nesta Temporada, participando de dois programas em outubro. No primeiro, será a solista da Rapsódia para Contralto, Coro Masculino e Orquestra, Op.53, de Brahms, sob a regência de Marin Alsop (19 a 21/out); no segundo, rege obras de Dvorák, incluindo o Concerto para Violoncelo em si menor, Op.104, tendo como solista o violoncelista Antonio Meneses, que comemora seu aniversário de 60 anos com a Osesp (26 a 28/out).

ISABELLE FAUST | ARTISTA EM RESIDÊNCIA
Artista em Residência desta Temporada será a violinista alemã Isabelle Faust (última vez com a Osesp em 2014), que, por seu extraordinário talento e técnica, tem colecionado prestigiosos prêmios – aos 15 anos ganhou a Competição Leopold Mozart, e aos 21, o Prêmio Paganini –, incluindo dois prêmios Gramophone e dois Diapason D’Or por suas gravações. Seu repertório abrange desde J.S. Bach até autores contemporâneos, e sua versatilidade pode ser apreciada tanto como solista de programas sinfônicos, quanto na música de câmara. Desde 1996 toca em um violino Stradivarius 1704 (cujo apelido é “A Bela Adormecida”). 
No mês de maio, Isabelle Faust será solista de um programa regido por Marin Alsop, em que interpreta o Concerto para Violino em Ré maior, Op.77, de Brahms (11 a 13/mai), além de apresentar três recitais em duo com o pianista Alexander Melnikov, tocando a integral das Sonatas para Violino e Piano de Beethoven, em três dias seguidos (14, 15 e 16/mai). Em setembro, ela volta a tocar com a Osesp, desta vez sob a regência de Krzysztof Penderecki (Compositor Visitante), executando o Concerto nº 1 para Violino, Op.35, de Karol Szymanowski (14 a 16/set), além de fazer um recital solo interpretando a integral das Partitas e Sonatas para violino, de Bach (17/set).
Saiba mais sobre Isabelle Faust:

ANTONIO MENESES 60
O consagrado violoncelista brasileiro Antonio Meneses comemora seu aniversário de 60 anos tocando em três concertos com a Osesp sob regência de Nathalie Stutzmann (26 a 28/out), interpretando o Concerto para Violoncelo em Si Menor, Op.104, de Dvořák. Duas horas antes de cada concerto, toca as suítes para violoncelo de J.S. Bach, apresentando duas suítes por noite e completando o ciclo nos três dias.

COMPOSITORES VISITANTES
Em todas as Temporadas, a Osesp recebe ao menos um compositor para um programa que inclui obras de sua autoria, além de encontros com o público. Em 2017, dois dos maiores nomes da composição atual estarão com a Orquestra: Unsuk Chin e Krzyzstof Penderecki.


UNSUK CHIN
Nascida em Seul, na Coreia do Sul, Unsuk Chin estudou com Ligeti, em Hamburgo, e reside atualmente em Berlim, na Alemanha. Suas composições incluem peças eletrônicas e acústicas, de linguagem moderna, porém carregadas de lirismo e poder comunicativo, já tocadas por prestigiadas orquestras, como a Filarmônica de Berlim e a Sinfônica de Chicago, entre outras, e grupos de câmara como Ensemble Modern e o Kronos Quartet. Foi a primeira Compositora em Residência da Filarmônica de Seul e é Diretora Artística do Ciclo de Música Contemporânea dessa orquestra desde 2006. Dirige também uma série de música contemporânea da orquestra Philharmonia de Londres.
De sua autoria, serão tocadas as peças: os Estudos para Piano(1 a 6), interpretados por Olga Kopylova (Solistas da Osesp, 30/mar e 01/abr); o Concerto para Violino, tocado por Viviane Hagner, com a Osesp regida por Neil Thomson (25 a 27 mai); e o Concerto para Violoncelo, com Isang Enders e a Osesp regida por Ilan Volkov (10 a 12/ago).
Saiba mais sobre Unsuk Chin:
  
KRZYZSTOF PENDERECKI
O polonês Krzyzstof Penderecki é considerado um dos mais importantes compositores vivos da atualidade. Sua linguagem musical, mais experimental na década de 1960, foi gradualmente buscando inspiração na tradição da música clássica. Exerce ainda uma bem sucedida trajetória como regente e, desde 2003, é Diretor Artístico da Sinfonia Varsovia, além de trabalhar regularmente com a Orquestra Nacional da Rádio Polonesa, entre outras orquestras.

De volta à Osesp, Penderecki rege um programa que inclui, de sua autoria, o Hino a São Daniel para Coro e Orquestra e a Sinfonia nº 4 – Adagio (14 a 16/set).
Saiba mais sobre Krzyzstof Penderecki:
  
ENCOMENDAS DA OSESP 
Nesta Temporada, a Osesp estreia quatro obras encomendadas a compositores brasileiros:
André MehmariVariações Concertantes, com a Osesp sob a regência de Marin Alsop (29 e 30/jun; 01 e 02/jul);
Edino KriegerFantasia Concertante para Piano e Pequena Orquestra, com a Osesp sob a regência de Valentina Peleggi (21 a 26/set);
Celso Loureiro ChavesConcerto Para Violino e Orquestra [SP-LX Nova Música, parceria da Fundação Osesp com a Fundação Gulbenkian de Lisboa], com a Osesp sob a regência de Pedro Neves e o violinista Luiz Fílip como solista (05 a 07/out);
Paulo Zuben, peça para Coro a capella, com o Coro da Osesp (05/nov).

SÉRGIO BURGANI | MÚSICO HOMENAGEADO
A Fundação Osesp homenageia anualmente um músico da Orquestra, representando todos os demais. O clarinetista Sérgio Burgani, que comemora 30 anos de Osesp, será o Músico Homenageado nesta Temporada, atuando como solista do Concerto para Clarinete, Op.31, de Gerald Finzi, com a Osesp regida por Neil Thomson (22 a 24/jun).
Burgani, também professor do Departamento de Música no Instituto de Artes da Unesp e da Faculdade de Música Cantareira, é ainda membro dos grupos Percorso Ensemble e Sujeito a Guincho (este último ganhador de dois Prêmio Eldorado, além do Prêmio Sharp, em 1996). Desde 2007, em parceria com o luthier Odivan de Santana, pesquisa madeiras brasileiras reutilizáveis para fabricação e comercialização de clarinetes da marca Devon & Burgani. 

NOVA SÉRIE – OSESP 60 
Novidade nessa Temporada, a série Osesp 60 apresentará quatro programas temáticos de 60 minutos, sem intervalo, seguidos de conversas dos solistas e regentes com a plateia. A série abarcará desde a música barroca até a contemporânea.

21, 22 e 23/set
A regente assistente Valentina Peleggi recebe o jovem pianista Leonardo Hilsdorf em um programa com obras de Mozart, Haydn e Edino Krieger.

05, 06 e 07/out
O português Pedro Neves (Regente Titular da Orquestra Clássica de Espinho) rege a Osesp na estreia mundial do Concerto Para Violino e Orquestra, de Celso Loureiro Chaves [coencomenda do parceria SP-LX Nova Música, entre a Fundação Osesp e a Fundação Gulbenkian de Lisboa], tendo como solista o violinista brasileiro Luiz Fílip

16,17 e 18/nov
O violinista e regente Luís Otavio Santos comanda esse programa com obras de Handel, Corelli, J.S. Bach e C.P.E. Bach.

23, 24 e 25/nov
O programa apresenta obras dos compositores italianos Cherubini, Piccini, Sacchini e Salieri na Paris do século XVIII. O regente é o brasileiro Bruno Procópio, e a solista é a soprano holandesa Judith van Wanroj.
  
CLAUDE DEBUSSY | COMPOSITOR TRANSVERSAL
O compositor francês Claude Debussy (1862-1918) exerceu enorme influência na música do século 20, por sua linguagem musical inovadora, que ampliou os limites da harmonia e da estrutura formal.
Debussy será o Compositor Transversal da Temporada 2017, com uma seleção de obras essenciais tocadas, em diversas formações, ao longo do ano, entre elas, La Mer, com a Osesp regida por Arvo Volmer (30 e 31/mar e 01/abr); Quarteto em sol menor, Op.10,com o Quarteto Osesp (04/jun); Prélude à l’Après-Midi d’un Faune, com a Osesp regida por Ilan Volcov (10 a 12/ago); e Trois Chansons de Charles d’Orleans, com o Coro Acadêmico da Osespregido por Marcos Thadeu (28 e 30/set).
Saiba mais sobre Debussy:

CICLOS
Serão quatro os ciclos programados para essa Temporada (além da seleção de obras de Claude Debussy, Compositor Transversal): 
O Herói: sob a regência de Marin Alsop, a Osesp toca quatro peças que têm como temática o Herói: Berceuse Héroïque, de Debussy (18 a 20/mai); a Sinfonia nº 7 em Dó maior, Op.60 – Leningrado, de Shostakovich (06 a 09/jul, inclusive à frente da Orquestra do 48º Festival de Campos do Jordão); o War Requiem, Op.66, de Benjamin Britten (12 a 14/out); e Uma Vida de Herói, Op.40, de Richard Strauss (19 a 21/out)
Haydn em Foco: com nove peças tocadas ao longo do ano, entre estas, Sete Palavras de Cristo na Cruz, com a Osesp e o Coro da Osesp regidos por Celso Antunes (13 a 15/abr); a Sinfonia nº 39, com a Osesp regida por Fabien Gabel (17 a 19/ago); o Trio com Piano nº 39 em Sol maior, Hob.XV:25 - Cigano, com o Trio São Paulo (Solistas da Osesp, 17 e 19/ago); e  dois Concertos para Piano (em Fá Maior e Ré Maior) com o pianista Jean-Efflam Bavouzet tocando e regendo (28 a 30/set).
Tchaikovsky em Foco: seis peças tocadas ao longo do ano, com destaque para trechos de A Bela Adormecida, Op.66, regidos por Marzena Diakun (27 a 29/abr); Francesca da Rimini, Op.32 - Fantasia a partir de Dante, regida por Marin Alsop (18 a 20/mai); e, sob a regência de Isaac Karabtchevsky, oConcerto Para Piano e Orquestra nº 1 em Si bemol Maior, Op.23, com o pianista Boris Berezovsky, e a Sinfonia nº 5 em mi menor, Op.64 (30/nov, 01 e 02/dez).
José Maurício 250: com três obras tocadas em celebração aos 250 anos de nascimento do compositor brasileiro José Maurício Nunes Garcia (1767-1839): a Abertura em Ré, com a Osesp regida por Celso Antunes (13 a 15/abr); a Missa de Réquiem, com o Coro da Osesp regido por Carlos Aberto Figueiredo (18/jun) [também gravada para o Selo Digital Osesp]; e a Abertura Zemira, com a Osesp regida por Bruno Procópio (23 a 25/nov).

RECITAIS
Andreas Staier (piano): tocaobras de Mozart, Haydn e Beethoven (30/abr);
Louis Lortie (piano): executa a integral dos três volumes de Anos de Peregrinação, de Lizst (28/mai);
Katarina Karnéus (mezzo soprano) e Olga Kopylova (piano), com Alunos da Academia de Música da Osesp (03/set): recital com obras de Debussy, Bruckner e Richard Wagner, que acontece na semana em que a Osesp apresenta o programa com o Segundo Ato da ópera Tristão e Isolda, sob a regência de Sir Richard Armstrong. Antes do concerto, o filósofo Jorge de Almeida ministrará palestra sobre a obra;
Isabelle Faust (violino): integral das Sonatas e Partitas de J.S. Bach (17/set);
Luíz Fílip (violino) e Cristian Budu (piano): interpretam obras de Kodály, Debussy, Isaÿe e Brahms (08/out);
Boris Berezovsky (piano): Programa a definir (03/dez).
Recitais Osesp | Especial Isabelle Faust (violino) e Alexander Melnikov (piano): integral das Sonatas para Piano e Violino de Beethoven (14, 15 e 16/mai);
Recitais Osesp | Especial Antonio Meneses (violoncelo): integral das Suítes para Violoncelo de J.S. Bach em três dias seguidos (26, 27 e 28/out);

CORO DA OSESP
Coro da Osesp participa de vários programas da Orquestra, além de ter sua própria série, sob a regência de Marcos ThadeuValentina PeleggiCarlos Alberto Figueiredo e Thomas Blunt
Pela primeira vez com Coro, o holandês Daniel Reuss rege a primeira parte de Le Vin Herbé, de Frank Martin, obra baseado na lenda de Tristão e Isolda[cujo segundo ato da ópera homônima, de Wagner, será tocado, na mesma semana, pela Osesp e solistas convidados, regidos por Sir Richard Armstrong]. O concerto será precedido de uma palestra do filósofo Jorge de Almeida sobre a peça (31/ago).
  
CONCERTOS A PREÇO POPULAR
A Osesp faz dois Concertos a Preço Popular regidos por Isaac Karabtchevsky, antes da abertura oficial da Temporada 2017, apresentando a Sinfonia nº 2 – Ascensão, de Villa-Lobos (23 e 24/fev).
  
CONCERTOS MATINAIS GRATUITOS 
Aos domingos pela manhã, a Osesp e orquestras parceiras apresentam os tradicionais Concertos Matinais Gratuitos na Sala São Paulo. A Osesp se apresenta sob a regência da titular Marin AlsopValentina PeleggiEmmanuele Baldini e maestros convidados, entre eles, Isaac Karabtchevsky, Nathalie Stutzmann, Arvo Vomer, Marzena Diakun e Neil Thomson   
  
MÚSICA NA CABEÇA 
Desde 2010, a série Música na Cabeça oferece palestras sobre música e encontros com artistas convidados da Temporada, com entrada gratuita. A programação completa poderá ser acessada em www.osesp.art.br/musicanacabeca.

PROJETOS DE GRAVAÇÃO 
Sinfonias de Villa-Lobos | Naxos
Integral das 11 sinfonias, sob a regência de Isaac Karabtchevsky, também responsável pela revisão musicológica das partituras, juntamente com o Centro de Documentação Musical da Osesp (coordenado pelo maestro Antonio Carlos Neves).
Sinfonias de Prokofiev | Naxos
Integral das sete sinfonias, acompanhadas de outras peças, regidas por Marin Alsop, para o selo Naxos, com seis CDs previstos até 2017.
Selo Digital Osesp
Projeto que disponibiliza ao público, gratuitamente para download, um catálogo com gravações de obras do acervo da Fundação Osesp. Para 2017 está previsto o lançamento de obras de Francisco Mignone e José Maurício Nunes Garcia, entre outros.  

PARCERIA COM A PINACOTECA
As obras utilizadas na capa e interior do livro da Temporada pertencem ao acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo. A parceria iniciada em 2012 traz obras brasileiras, selecionadas pela curadora-chefe da Pinacoteca, Valéria Piccoli, juntamente com o diretor artístico da Osesp, Arthur Nestrovski, para os diversos materiais gráficos da Osesp.

ASSINATURAS 
1ª FASE | RENOVAÇÃO E TROCA:
Renovações
- 28/nov a 07/dez/2016 – Apenas para assinantes da Temporada 2016.
Trocas solicitadas
- 09/dez a 14/dez/2016  A todos os interessados.

2ª FASE | NOVAS ASSINATURAS:
- 16/dez/2016 a 04/jan/2017  – Valor Promocional – A todos os interessados;
- 05 a 09/jan/2017 – Valor Integral  – A todos os interessados.

INGRESSOS AVULSOS E CRIE SUA SÉRIE:
A partir de 16/jan/2017 é possível criar uma série personalizada de no mínimo três concertos, pelo Crie Sua Série, ou ainda adquirir ingressos avulsos na Bilheteria da Sala São Paulo ou pela Ingresso Rápido, a partir de 60 dias antes da primeira apresentação de cada programa.
PREÇOS E PAGAMENTO:
- cartão de crédito – até 10x sem juros
- boleto bancário – até 2x sem juros ou à vista com 3% de desconto
Meia-entrada [mediante apresentação de carteira ou documento oficial de comprovação]: aposentados, estudantes, maiores de 60 anos, professores e servidores da rede pública de ensino
ENTREGA DOS INGRESSOS:
Os ingressos serão enviados entre janeiro e fevereiro de 2017 ao endereço cadastrado no ato da compra.


INFORMAÇÕES À IMPRENSA: Alexandre Félix