quarta-feira, 5 de abril de 2017

A maior biblioteca da USP é virtual

Banco de Teses e Dissertações é o mais acessado do Brasil. No mundo, a posição é 12ª
Por  - Editorias: Universidade

Quando imaginou sua biblioteca de Babel, o escritor argentino Jorge Luís Borges não imaginava que um dia existiriam imensas bibliotecas digitais, sem corredores, mas com a modesta proposta de abrigar toda a produção científica que um lugar puder fazer.
É com este propósito que foi criada, em 2001, a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP (BDTD), popularmente conhecida como Teses USP, uma das bases de material científico mais acessadas do mundo. É a equipe técnica do Centro de Tecnologia da Informação de São Carlos (CeTI-SC/STI) a responsável pela manutenção e atualização do sistema, contando com apoio de outros analistas de sistemas e bibliotecários da USP.
Maria de Lourdes Rebucci Lirani lembra com animação desses primeiros passos. Foi ela a coordenadora da equipe técnica de desenvolvimento e implementação do projeto. Hoje, aposentada, Maria de Lourdes vê com muito carinho a biblioteca que ajudou a criar, e destaca a competência da equipe multidisciplinar com quem trabalhou.
Ela lembra da intensa divulgação do projeto feita em 2001, iniciada com o envio de cartazes misteriosos para todos os campi da USP apenas com a frase “Quer Saber?”, pouco antes do lançamento do Portal do Conhecimento, primeiro endereço digital da BDTD. Assim que o portal veio ao ar, novo material publicitário e explicativo foi disseminado. Era preciso fazer saber a existência do novo espaço.
Atualmente, o Portal do Conhecimento não existe mais e o Teses USP fundiu-se ao portal da Universidade. Mas sua relevância como espaço de divulgação e acesso à produção de conhecimento já está consolidada. Segundo o ranking de portais de divulgação científica Webometrics, no Brasil e na América Latina, a Biblioteca Digital da USP é líder e 12º lugar no mundo.

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