domingo, 10 de dezembro de 2017

Dia Internacional dos Direitos Humanos

Direitos humanos, direitos de todos


Por Alessandra Leles Rocha



Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade (Art. 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948).
Deveria ser simples assim. Essa condicionalidade já nos dá um bom indicativo das razões pelas quais isso não acontece. Infelizmente, a racionalidade humana parece só conseguir enxergar a vida e suas nuances através da complexidade.
Diferentemente de outras espécies animais, nossas regras de coexistência fogem a objetividade, a simplicidade que de fato garantiria a sua sobrevivência. Muitos pesos para milhões de medidas, levando em conta, na maioria das vezes, interesses próprios e nada altruístas. Somos, portanto, animais egoístas, incapazes de pensar e agir voluntariamente em prol da sua espécie.
Considerando o princípio básico da existência, o qual afirma que os seres nascem, crescem, reproduzem, envelhecem e morrem, de onde terá surgido a nossa hierarquia capaz de estabelecer escalas de importância e de necessidade para os seres humanos? Por que nos consideramos mais ou menos em relação uns aos outros? Por que precisamos mais ou menos do que uns e outros?
Em todo o mundo milhares de pessoas despendem suas energias em litígios, por conta de interesses que lhes provenham mais riqueza, mais poder, mais status. E por quê? Se a vida é um instante o qual não dispomos o controle na palma das mãos.
De repente, você não abre mais os seus olhos. Você se vai e tudo o que aprendeu, fez, construiu, acumulou ficará para trás. Um tempo de ponderações e reflexões deve lhe permear os pensamentos e, certamente, uma boa dose de arrependimentos e tristezas irá apertar os seus sentimentos, fazendo-lhe a seguinte pergunta: valeu a pena? 
Tudo vale a pena. Se a alma não é pequena”, diria Fernando Pessoa. Mas, mais uma vez, para o ser humano não é tão simples assim. Sua alma tem sempre um peso morto a impedi-la de ser livre, de ser feliz, de ser simplesmente humana. Ela é uma acumuladora por excelência; sobretudo, de defeitos. Acumula arrogância, prepotência, ganância, indiferença,... Como se tudo isso fosse importante para viver.
Diante da cortina fechada, das luzes apagadas, essa compreensão nos dá a dimensão exata do que poderíamos ter sido, ter feito, ter realizado de belo, de justo, de sagrado; mas, já é tarde. Nosso corpo frio e inerte, agora entende que direitos humanos são direitos de todos; mas, fazer o quê?
Por isso, é importante enxergar a si e ao mundo sempre, abdicando da cômoda posição de indiferença que teima em nos envolver. Se você tem direitos, os outros também tem. Se você tem deveres, os outros também. A vida é assim. A igualdade que todos os códigos, leis e doutrinas pregam parte justamente dessa lógica tão simples, tão fundamental, ou seja, a essência que nos torna humanos.
Etnia, credo, gênero, profissão, religião, interesses,... por detrás de todos esses rótulos está um ser humano. Que ri, chora, sofre, luta, vive os altos e baixos do cotidiano, tentando manter a sua dignidade. Ele sonha como você; mas, talvez não sejam os mesmos sonhos. Ele trabalha como você; mas, talvez não seja o mesmo trabalho. Ele aprende como você; mas, talvez não seja da mesma forma. Ele reza como você; mas, talvez não seja o mesmo credo. ...Mas, nem por essas pequenas diferenças, ele deixa de ser humano como você.
Em tempos de tensão, de guerra, de conflitos iminentes, não podemos acreditar que omissões possam ser menos dolosas do que os atos em si. Ao ignorarmos o ser humano estamos nos ignorando, nos colocando em uma posição de superioridade e conforto que na verdade não existe. Somos todos “a bola da vez”. Portanto, defender ou não os direitos humanos é simplesmente uma forma de demonstrar a existência (ou não) do nosso amor próprio, do nosso próprio amor.   

domingo, 3 de dezembro de 2017

"Bendita seja a data que une a todo mundo numa conspiração de amor". Hamilton Wright Mabi

Natal…
 Por Alessandra Leles Rocha


Então é Natal… O ano passou na velocidade da luz e já nos preparamos para seu findar.  Foram dias intensos sob uma atmosfera de tensão jamais imaginada. Tudo muito instável, muito difícil, muito angustiante. O desequilíbrio entre boas e más notícias faz com que as últimas prevaleçam e estremeçam nossas esperanças.
Mas, aqui estamos. Dezembro é o mês de se fazer um balanço da vida. Hora de se despir das fantasias e adereços e cair em si sobre o que é realmente essencial. Independente de qual seja a sua fé, o próprio sentimento de agregação familiar que o período propõe desperta para grandes reflexões.
Depois de tanta luta, tanta guerra, tanto conflito, consigo e com o mundo, corpo e alma pedem um pouco de alento e percebem a necessidade de se melhorar, de evoluir. De repente, passamos a enxergar as picuinhas do cotidiano na exata dimensão que elas têm. Passamos a reavaliar nossas prioridades. Estabelecemos novos compromissos.
Quando nos dispomos a abdicar das aparências, das máscaras, dos protocolos, nossos olhos passam realmente a enxergar. Enxergar a si, a vida, ao outro. A visão pode não ser tão bela, tão aprazível; mas, mesmo nas piores imagens, descobrimos que é possível aprender, agregar conhecimento e redimensionar os próprios valores.
Sabe, ninguém é 100% certo nem 100% errado. Somos um pouco de tudo, de defeitos e de virtudes. Somos humanos e é nessa condição que precisamos trabalhar em busca de uma evolução consciente e consistente por uma coexistência melhor. Isso se chama fraternidade e tem um efeito transformador indizível.
Entendemos, então, o real significado da troca de presentes. O gesto de presentear significa oferecer a alguém algo que possa torná-lo (a) essencialmente feliz. Nem sempre essa gota de felicidade está relacionada com algo material. Há muitas formas de presente, pois há muitas demandas pelo ser humano. Talvez, a mais significativa entre todas, em nosso tempo, seja simplesmente perceber a presença do outro.
Não, isso não é bobagem. Temos nos tratado uns aos outros como seres invisíveis. Quando muito, e para alguns poucos, temos dispensado migalhas de tecnologia e só. Nessa invisibilidade temos tecido uma solidão coletiva que se não mata, fere como um punhal. Afinal de contas, na contramão desse processo, contrariando o discurso do invisível, todo indivíduo quer pertencer, ser aceito, ser amado, ser lembrado.
Segundo José Saramago, em Ensaio sobre a Cegueira, Fizemos dos olhos uma espécie de espelhos virados para dentro, com o resultado, muitas vezes, de mostrarem eles sem reserva o que estávamos tratando de negar com a boca”. Por isso, você pode comprar milhões de presentes que conseguem até extrair alguns sorrisos e agradecimentos; mas, nada se compara a um gesto de reconhecimento da presença do outro.   
Olhos nos olhos. Um abraço que toca os corações. Um aperto de mãos intenso. Uma palavra que conforta. Enfim... Basta pensar que há situações na vida em que presentes materiais não seriam capazes de alterá-las e, nem tampouco, fazer aflorar uma felicidade genuína.
Ao retirarmos os outros da invisibilidade, também nos tornamos visíveis. E isso é verdadeiramente fortalecedor na construção de uma sociedade mais justa, mais solidária, mais criativa, mais inovadora. Sonhos começam a ser compartilhados. Diferenças começam a se somar em torno de um propósito comum. E o respeito passa a ser diretriz de todas as ações.
Esse é o verdadeiro Natal! Que não dura apenas uma noite. Que não acalenta a alma apenas por algumas horas. Que não se restringe a uns poucos. Que está ao alcance das mãos, dos olhos, do coração. 

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

"Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida". Sêneca

Discurso de Nizan Guanaes, paraninfo de turma na Faap.


“Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho sua licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos.
Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro.
Ame seu ofício com todo o coração.
Persiga fazer o melhor.
Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha.
Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar.

E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma. A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: “Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo” E ela responde: “Eu também não, meu filho”.
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar, tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo.

O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu (Personagem da Novela brasileira Saramandaia da Rede Globo).
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: “Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito”.
É exatamente isso que está escrito na carta de Laudicéia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito: É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.
Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor,não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.
Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia! Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa.
Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios.
O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.
Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama sucesso.”
“TRABALHE EM ALGO QUE VOCÊ REALMENTE GOSTE, E VOCÊ NUNCA PRECISARÁ TRABALHAR NA VIDA” (Nizan Guanaes)

Quem são refugiadas(os)? Por que usamos esse termo?

Assista a este vídeo para entender por que as palavras que usamos são importantes.

ONU expressa solidariedade a Taís Araújo e critica ataques racistas ‘abomináveis’

Taís Araújo é uma das apoiadoras públicas da ONU Mulheres Brasil e ocupa o cargo honorário de defensora dos Direitos das Mulheres Negras. Ataques racistas feitos à artista foram duramente criticados pela representante da agência no país, Nadine Gasman, que alertou: ‘o discurso de ódio visa à desmobilização do debate central acerca do racismo e dos seus efeitos na vida da população negra’.
Em nota divulgada no último sábado (25), a ONU Mulheres expressou solidariedade à atriz Taís Araújo e descreveu como “abomináveis” os ataques dirigidos à artista durante a semana passada. Para o organismo das Nações Unidas, agressões são “expressão do racismo e do sexismo”. A intérprete é uma das apoiadoras públicas da agência e ocupa o cargo honorário de defensora dos Direitos das Mulheres Negras.
“O discurso de ódio visa à desmobilização do debate central acerca do racismo e dos seus efeitos na vida da população negra, especialmente das mulheres negras”, alertou a representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman.
“Como defensora dos Direitos das Mulheres Negras da ONU Mulheres Brasil, Taís Araújo tem exercido o seu voluntariado com presteza e responsabilidade política e cidadã, sendo colaborativa com a visibilidade das afro-brasileiras na consecução das demandas da Marcha das Mulheres Negras e nos diálogos com ativistas integradas ao Comitê Mulheres Negras rumo a um Planeta 50-50 em 2030”, explicou a dirigente.
Nadine também lembrou que Taís participa da campanha Vidas Negras pelo fim da violência contra a juventude afrodescendente do Brasil. Iniciativa foi lançada neste mês pelo Sistema da ONU no país.
“São abomináveis os ataques dirigidos à Taís Araújo durante a Semana da Consciência Negra, os quais rechaçamos em absoluto por serem a expressão do racismo e do sexismo”, enfatizou a representante da ONU Mulheres, que chamou a sociedade brasileira a combater práticas discriminatórias. Até 10 de dezembro, o organismo promova a mobilização 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.
“Nestes 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, conclamamos a sociedade brasileira para a contínua denúncia e impedimento da transmissão de conteúdos sexistas e racistas através de todos os meios de comunicação, redes sociais e plataformas digitais”, defendeu Nadine.

UNESCO inclui acervos de Paulo Freire, Nise da Silveira e Carlos Gomes em projeto global de conservação

Três acervos do Brasil foram aprovados para fazer parte do registro internacional do programa Memória do Mundo da UNESCO. São eles: o Arquivo Pessoal de Nise da Silveira, a Coleção ‘Educador Paulo Freire’ e ‘Antonio Carlos Gomes: compositor de dois mundos’. Projeto de conservação e divulgação já conta com 427 coleções e documentos de todos os continentes.
Três acervos do Brasil foram aprovados para fazer parte do registro internacional do programa Memória do Mundo da UNESCO. São eles: o Arquivo Pessoal de Nise da Silveira, a Coleção Educador Paulo Freire e Antonio Carlos Gomes: compositor de dois mundos. Projeto da agência da ONU visa preservar e divulgar patrimônio documental de diferentes partes do mundo.
“Todas as submissões brasileiras foram aceitas. Isso deve ser um motivo de orgulho para o país. Agora, o Brasil tem dez acervos inscritos no registro internacional”, comemora Adauto Soares, coordenador do setor de Comunicação e Informação da UNESCO no Brasil. Entre os documentos brasileiros previamente inscritos no cadastro mundial, estão a Rede de Informação e Contrainformação do Regime Militar no Brasil e o Arquivo arquitetônico de Oscar Niemeyer.
A iniciativa Memória do Mundo se divide em três níveis — global, regional e nacional. Atualmente, o registro internacional conta com 427 documentos e coleções de todos os continentes.
A inclusão no projeto dos três acervos brasileiros foi decidida ao final de outubro, durante encontrou que reuniu em Paris, na sede da agência da ONU, os integrantes do comitê consultivo responsável pelo projeto Memória do Mundo. Outras 75 coleções de diferentes países foram incluídas no programa.
Conheça os acervos brasileiros selecionados:
Arquivo Pessoal de Nise da Silveira foi proposto pela Sociedade de Amigos do Museu do Inconsciente, no Rio de Janeiro, onde o acervo está disponível para visitação. A indicação garante a preservação dos ensinamentos da renomada psiquiatra brasileira que, por meio de cartas trocadas com Carl Jung, deu abertura para a entrada da psicologia jungiana na América Latina. Para saber mais sobre esse arquivo, assista ao vídeo produzido pela UNESCO no Brasil.

O título internacional vem dar ainda mais destaque ao arquivo de Nise da Silveira que já estava inscrito no Registro Nacional do Programa Memória do Mundo (MoW Brasil) desde 2014, assim como no Registro Regional da América Latina e do Caribe do Programa Memória do Mundo (MoW LAC), desde 2015.
O acervo Antonio Carlos Gomes: compositor de dois mundos conta com vários documentos produzidos pelo famoso compositor de ópera brasileiro, o primeiro a ter suas obras apresentadas no Teatro alla Scala, na Itália. O Museo do Teatro italiano participou da proposta dessa submissão, ao lado de diversas instituições brasileiras, configurando uma inscrição binacional Brasil-Itália. As instituições brasileiras participantes da proposta são o Arquivo Nacional (AN); a Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); a Fundação Biblioteca Nacional (FBN); o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB); o Museu Carlos Gomes do Centro de Ciências, Letras e Artes (CCLA); o Museu Histórico Nacional (MHN); o Museu Imperial (MI); e o Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA).
O último acervo brasileiro incluído no registro internacional é a Coleção Educador Paulo Freire, proposta por Ana Maria Araújo Freire e pelo Instituto Paulo Freire. A coleção eterniza os pensamentos de Paulo Freire, um dos educadores de maior renome da história do Brasil. Criador da pedagogia crítica e nomeado Patrono da Educação Brasileira pela lei 12.612 de 13 de abril de 2012. O acervo se encontra disponível para visitação no Instituto Paulo Freire, em São Paulo. Os documentos já haviam sido inscritos no Registro Nacional do Programa Memória do Mundo (MoW Brasil), em 2014, e no Registro Regional da América Latina e do Caribe do Programa Memória do Mundo (MoW LAC), em 2015.
Clique aqui para saber mais sobre outros acervos brasileiros inscritos (em inglês) no Registro Internacional do Programa Memória do Mundo.

No Brasil, 54,6% das pessoas com idade entre 16 a 25 anos têm HPV

Dados preliminares de pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde nas 26 capitais e no Distrito Federal alertam para o alto índice de HPV entre jovens. Das mais de 7,5 mil pessoas participantes da pesquisa, 2.669 realizaram teste de HPV. Destas, 54,6% apresentaram resultado positivo e 38,4% apresentaram HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer. O relato é do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Dados preliminares de pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde nas 26 capitais e no Distrito Federal alertam para o alto índice de HPV entre jovens. Das mais de 7,5 mil pessoas participantes da pesquisa, 2.669 realizaram teste de HPV. Destas, 54,6% apresentaram resultado positivo e 38,4% apresentaram HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer.
O estudo, divulgado na segunda-feira (27), indica ainda que 16,1% dos jovens têm uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) prévia ou apresentaram resultado positivo no teste rápido para HIV ou sífilis. Os dados finais deste projeto serão disponibilizados no relatório a ser apresentado ao Ministério da Saúde em abril de 2018, lembrou o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Comportamentos de risco

Os dados preliminares do estudo mostram índices elevados de comportamento sexual de risco. Somente metade das pessoas entrevistadas afirmou usar camisinha rotineiramente nas relações sexual e apenas 41,1% fizeram uso na última relação. O comportamento sexual de risco foi observado em 83,4% dos entrevistados, sendo que a média de parceiros sexuais no último ano foi de 2,2, e a média de parceiros nos últimos 5 anos, de 7,5.
A maioria dos indivíduos disse estar em uma relação afetiva estável, sendo que 41,9% estavam namorando e 33,1% casados (ou morando com o parceiro); o restante estava sem relacionamento, sendo solteiro (24,2%) ou divorciado (0,7%). A média de idade de início da atividade sexual foi de 15,3 anos, sendo 15,4 anos para mulheres e 15,0 anos para homens.
Entre as mulheres, 47,7% já engravidaram, sendo que dessas, 63,4% tiveram um filho e 35,4% tiveram dois ou mais. A idade média para a primeira gestação foi de 17,1 anos.

Maioria de mulheres e pessoas negras

A população do estudo foi composta por 5.812 mulheres e 1.774 homens, sendo a média de idade de 20,6 anos. A maior parte das entrevistas foi composta por indivíduos que se autodeclararam pardos (56,6%), seguido de brancos (23,9%) e pretos (16,7%). Apenas 111 indivíduos se autodeclararam amarelos (1,7%) e 74 indígenas (1,2%). Essa distribuição é a mesma observada pelo último censo brasileiro onde os grupos raciais pardo e branco representaram a maioria da população dessa mesma faixa etária.
Em relação à escolaridade, 37,9% dos jovens disseram estar estudando; 28,3% interromperam os estudos e 33,8% os concluíram. A população que compôs a pesquisa foi, majoritariamente, da classe C (55,6%) ou D-E (26,6%), seguida da classe B (15,8%) e somente 112 indivíduos foram incluídos na classe A (2%).
A pesquisa POP-Brasil foi realizada em 119 Unidades Básicas de Saúde e um Centro de Testagem e Aconselhamento nas 26 capitais brasileiras e Distrito Federal, contando com a colaboração de mais de 250 profissionais de saúde. O estudo identificou os fatores demográficos, socioeconômicos, comportamentais e regionais associados à ocorrência do HPV em mulheres e homens entre 16 e 25 anos de idade, usuários do SUS nas 27 capitais brasileiras.

Atendimento adequado à fase do ciclo de vida

Em 2017, o UNFPA intensificou a atuação junto aos governos para que as unidades de saúde ofereçam atendimento adequado a jovens e adolescentes. Passo importante foi dado em Brasília no início de novembro (9), quando o UNFPA lançou a iniciativa “Chega Mais – Selo de Qualidade de Serviços para Adolescentes”.
O selo é resultado de parceria firmada entre UNFPA, Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal e Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal.
O selo será uma certificação concedida pela agência da ONU a serviços públicos em saúde adequados a essa fase da vida. Será concedido a partir de critérios de qualidade para o atendimento de adolescentes, com acompanhamento e aprimoramento contínuos. Os critérios envolvem desde acesso livre de discriminação até a integração em diferentes frentes de atendimento, a educação permanente de profissionais e a participação social.

Mais de 850 mil mulheres são infectadas por HIV todos os anos no mundo, diz UNAIDS

Dados compilados pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostram que cerca de 870 mil mulheres são infectadas pelo HIV todos os anos no mundo, e só metade tem acesso ao tratamento capaz de salvar vidas. Isso coloca a AIDS como a maior causa de mortes entre mulheres em idade reprodutiva (de 15 a 49 anos) globalmente.
“Quando jovens mulheres são empoderadas no exercício de seus direitos, a prevalência do HIV cai, há menos registros de gravidez indesejada, menos casos de mortes maternas e menos evasão escolar, além de maior adesão do mercado de trabalho”, afirmou o relatório do UNAIDS “Direito à Saúde”, divulgado na segunda-feira (20).
Dados compilados pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS)mostram que cerca de 870 mil mulheres são infectadas por HIV todos os anos no mundo, e só metade tem acesso ao tratamento capaz de salvar vidas. Isso coloca a AIDS como a maior causa de mortes entre mulheres em idade reprodutiva (de 15 a 49 anos) globalmente.
Os números foram divulgados para a ocasião do Dia Internacional para Eliminação da Violência contra as Mulheres, lembrado anualmente em 25 de novembro, e do início dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.
A iniciativa, liderada pela ONU Mulheres, uma das instituições copatrocinadoras do UNAIDS, tem como objetivo chamar a atenção para a urgência da eliminação da violência de gênero e mobilizar a sociedade por meio de mensagens e iniciativas de impacto.
O UNAIDS lembra que mulheres que vivem com HIV enfrentam estigma e discriminação dentro de suas próprias famílias, comunidades, locais de trabalho e serviços de saúde. Estes últimos, incluindo os de saúde sexual e reprodutiva, ainda não estão disponíveis a todas as meninas e mulheres. Muitas ainda não são capazes de tomar decisões sobre sua própria saúde.
A violência contra mulheres e meninas permanece como uma mancha no tecido social globalmente. Todos os anos, milhões de meninas são forçadas ao casamento antes de estarem prontas ou de dar seu consentimento.
Quando essas meninas e mulheres não podem usufruir de sistemas sociais, educacionais e de saúde, elas não apenas têm seus direitos humanos negados, incluindo o direito à saúde, mas também tem seu futuro usurpado e desprovido de oportunidades de florescer e viver em plenitude, salientou o programa da ONU.
“Quando jovens mulheres são empoderadas no exercício de seus direitos, a prevalência do HIV cai, há menos registros de gravidez indesejada, menos casos de mortes maternas e menos evasão escolar, além de maior adesão do mercado de trabalho. Quando mulheres jovens têm acesso a educação, os resultados relacionados à saúde melhoram consideravelmente”, afirmou o relatório do UNAIDS “Direito à Saúde”, divulgado na segunda-feira (20).
“Meninas e mulheres estão no centro da resposta à AIDS. Fatores como idade, etnia, desigualdades de gênero, deficiência, orientação sexual, profissão e posição socioeconômica são determinantes na capacidade que meninas e mulheres têm de se proteger do HIV”, disse o documento.
A violência ou o medo da violência representam um grande obstáculo para o acesso de adolescentes e mulheres ao sexo seguro, as ações de prevenção, testagem e tratamento, bem como aos serviços de saúde sexual e reprodutiva.
Segundo o relatório “Acabando com a AIDS”, 64,3% das mulheres jovens (entre 15 e 24 anos) reportaram o uso de preservativo na primeira relação sexual, entretanto, apenas 17,9% das mulheres relataram o uso do preservativo nos últimos 12 meses com parceiro fixo.
Os números mostram que mesmo as mulheres que não sofrem violência física estão suscetíveis ao vírus quando coagidas por seus parceiros a terem relações sexuais sem camisinha.

História de vida

Para Silvia Almeida, consultora do UNAIDS Brasil, a submissão feminina ainda está enraizada em nossa sociedade.
“Na nossa cultura as mulheres sempre exerceram um papel de submissão econômica que se reflete na autoestima e na educação sexual. Precisamos desconstruir a ideia machista de dominação masculina e interiorizar a importância do cuidado com o próprio corpo através de uma educação sexual abrangente desde cedo.”
Silvia descobriu que tinha HIV em 1994, após ter contraído o vírus do marido — seu primeiro namorado, com quem foi casada durante 15 anos, e pai de seus dois filhos. Ele faleceu dois anos depois do diagnóstico.
“As mudanças acontecem lentamente na nossa sociedade, por ,isso precisamos bater na mesma tecla constantemente. Uma mulher que anda com preservativo é vista como mal-intencionada, quando, na verdade, ela tem boas intenções para com seu corpo e sua própria saúde.”
“Ainda hoje a camisinha é vista apenas como um método contraceptivo. E a desinformação é ainda maior em regiões mais remotas do país”, salientou.

16 dias de Ativismo

O mote deste ano da campanha 16 Dias de Ativismo é ‘não deixar ninguém para trás’, alcançando as mulheres mais vulneráveis primeiro. O movimento está sendo construído por meio de ações que colocam em destaque implicações e consequências da violência contra mulheres e meninas nos grupos mais marginalizados.
“Como comunidade global, podemos acabar com a violência contra mulheres e meninas, transformar instituições e unir os esforços para erradicar a discriminação, restaurar os direitos humanos e a dignidade e não deixar ninguém para trás”, declarou Phumzile Mlambo-Ngcuka, secretária-adjunta da ONU e diretora-executiva da ONU Mulheres.

Ambulatório Central do HCU-UFU: Campanha Nacional de Prevenção do Câncer da Pele

O Hospital de Clínicas de Uberlândia da Universidade Federal de Uberlândia (HCU-UFU) participa neste sábado, 02 de dezembro, da campanha nacional de prevenção ao Câncer da Pele. Com o tema “Se exponha, mas não se queime”, a campanha pretende conscientizar e educar as pessoas sobre os riscos do câncer da pele decorrentes da exposição excessiva ao sol sem proteção. 
Em Uberlândia, dermatologistas, residentes, alunos de medicina e técnicos administrativos, todos voluntários, farão o atendimento da população, no Ambulatório Central do HCU-UFU, localizado na Avenida Pará, 1720 – Campus Umuarama, das 8h às 15h. De acordo com o coordenador da campanha na cidade e responsável pelo serviço de Dermatologia do HCU, Alceu Berbert, o atendimento será restrito para análise e diagnóstico de lesões suspeitas de câncer da pele.
Câncer da Pele

O câncer da pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Estas células se dispõem formando camadas e, dependendo da camada afetada, haverá diferentes tipos de câncer. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares, espinocelulares e melanomas. A doença pode se manifestar como uma pinta ou mancha, geralmente acastanhada ou enegrecida, como também uma ferida que não cicatriza.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), qualquer pessoa pode ser acometida pelo câncer da pele, mas verifica-se maior incidência em pessoas de pele, olhos e cabelos claros, os ruivos e os portadores de “sardas”; os que se expõem ao sol por tempo prolongado e os que sempre se queimam e nunca se bronzeiam.
A orientação dos especialistas é evitar a exposição excessiva ao sol, usar o protetor solar, mesmo em dias frios e nublados. É importante também se proteger com o uso de chapéus e camisetas e utilizar barracas feitas de algodão ou lona. Crianças e bebês devem estar sempre protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses de vida. 

Fonte: Assessoria de Comunicação do HCU-UFU

SUS - CAMPANHA DE SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Para pensar...


O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!

Madre Teresa de Calcutá

INCA lança vídeo incentivando doação de sangue


O INCA lançou o vídeo “Seja você também um super-herói. O INCA precisa de você. Doe sangue". A campanha foi apresentada dia 30 de setembro, durante o Congresso INCA 80 anos, e pode ser vista abaixo e no canal  do Instituto no Youtube.
Com a presença de personalidades, como o dançarino Carlinhos de Jesus e a bailarina Ana Botafogo – padrinhos do projeto – e o ator Márcio Kieling, o instituto espera atingir o público mais jovem, além da população em geral. A ideia é que os mais novos passem a doar sangue independentemente de ser um amigo ou parente quem esteja precisando.
Para doar, os voluntários devem ter entre 16 e 69 anos, portar documento de identidade oficial com foto, estar bem de saúde, pesar mais de 50 kg e não estar de jejum. As doações podem ser feitas no Banco de Sangue do Hospital do Câncer I (HCI), na Praça da Cruz Vermelha, 23, 2º andar – Centro – RJ, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 14h30, e aos sábados, das 8h às 12h.

INCA publica folder sobre sinais de alerta do câncer infantil

23/11/2017

Material faz parte de ações que integram o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil

Hoje é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil. A data foi instituída por lei em 2008 com os seguintes objetivos: estimular ações educativas e preventivas relacionadas ao câncer infantil; promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças com câncer; apoiar as atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil em prol das crianças com câncer; difundir os avanços técnico-científicos relacionados ao câncer infantil; e apoiar as crianças com câncer e seus familiares.
Como parte dessas ações, o folder Câncer da Criança: Sinais de Alerta foi elaborado por instituições internacionais de controle do câncer e, no Brasil, editado pelo INCA, com informações para que pais e responsáveis saibam se devem solicitar uma avaliação médica.  

Abertas as inscrições para o próximo colóquio Múltiplos Olhares sobre a Surdocegueira

O tema deste ano será a Síndrome de Usher.
Evento será no dia 28 deste mês, das 13h às 17h, no Teatro Benjamin Constant. Os interessados em participar têm até o dia do evento para se inscreverem pela internet.  Basta clicar aqui. 
 
O Colóquio, realizado anualmente, é uma iniciativa conjunta do Grupo Estudos e Pesquisas na Surdocegueira (GPESC) e do Grupo de Pesquisa em Tecnologias Educacionais e Tecnologia Assistiva na Deficiência Visual, Surdocegueira e Deficiência Múltipla (GPTec).  Ambos os grupos são vinculados ao Centro de Estudos e Pesquisa da Divisão de Pesquisa, Documentação e Informação (DDI) do Departamento Técnico-Especializado do Instituto Benjamin Constant (DTE).
 
A síndrome de Usher é uma doença genética que causa surdez e cegueira. Trata-se de uma retinite pigmentosa de carácter progressivo, combinada com deficiências auditivas graves de natureza congênita.  A doença afeta uma em cada cem mil pessoas no mundo, atingindo  homens e mulheres na mesma proporção. 
 
No colóquio, serão discutidos aspectos educacionais, os suportes tecnológicos acessíveis para esse grupo bem como as mediações necessárias para a inclusão educacional dessas pessoas e as políticas públicas em andamento para atender a esta população. 
 
Especialistas convidadas:
 
1 - Shirley Maia - pedagoga pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (1983) ,  com mestrado em Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2004) e doutorado em Educação pela Universidade de São Paulo (29.08. 2011). Diretora Educacional e sócia fundadora da Associação Educacional Para Múltipla Deficiência (AHIMSA) e presidente do Grupo Brasil de Apoio ao Surdocego e ao Múltiplo Deficiente Sensorial. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Especial. 
2 - Lara Gontijo de Castro Souza - graduada em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2014). É representante regional da Associação Brasileira de Surdocegos. Trabalha como Educadora Social na Feneis. Tem experiência na área de Engenharia de Software e em acessibilidade e inclusão, especialmente nas áreas de surdocegueira, Língua Brasileira de Sinais, comunicação alternativa e tecnologia assistiva.
3 - Karine Vieira da Rocha - graduada no Curso Bilíngue de Pedagogia do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), onde trabalha como técnica administrativa tradutora e intérprete de Libras, possui  pós-graduação latu sensu em Educação de Surdos. Também atua como guia-intérprete da Pastoral dos Surdos na Arquidiocese do Rio de Janeiro. 
 
 
Para mais informações, ligar para (021) 3478-4517.

Especialista lança livro sobre a aprendizagem na diversidade

A autora, Leonídia Borges, é professora aposentada do IBC e sua publicação enfoca o aluno com deficiência visual e disfunção cerebral.
A obra intitulada Aprendizagem na Diversidade será lançada em evento promovido pela Editora Multifoco e o Selo Luminária Academia, no dia 9 de dezembro, no Bistrô Multifoco, situado no número 125 da Av. Mem de Sá - Lapa/Rio de Janeiro/RJ, das 15h às 18h.
O livro apresenta as neurociências e a informática no processo de desenvolvimento das habilidades da vida diária, de orientação e mobilidade, de pensamento e da linguagem oral. 
Para maiores detalhes do livro, já à venda pelo site da editora,  clique aqui.