segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Associação Comercial de São Paulo lança campanha para arrecadar livros e brinquedos para crianças

Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura da ACSP lança campanha para arrecadar livros e brinquedos para crianças

A leitura é fundamental na educação infantil, pois ela tem a capacidade de formar cidadãos mais conscientes e críticos”, destaca Ana Cláudia Badra Cotait, presidente do CMEC da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)


O Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), entidade centenária com importante história de atuação no comércio da maior cidade do País, lança a partir deste mês a campanha do Dia das Crianças ACSP intitulada “Hora de Doar, muita história para contar”.

O incentivo à leitura infantil para o desenvolvimento dos futuros cidadãos e para a qualidade da formação por meio da doação de livros, ganha ênfase na arrecadação deste ano. “A leitura é fundamental na educação infantil, pois ela tem a capacidade de formar cidadãos mais conscientes e críticos”, destaca Ana Cláudia Badra Cotait, presidente do CMEC da Associação Comercial de São Paulo, responsável pela organização da ação.

Todo o material arrecadado será encaminhado para as 15 distritais da ACSP e, estrategicamente, serão distribuídos em entidades assistenciais nestas regiões. “Temos capilaridade de atuação em todos os pontos da capital, dessa forma, atenderemos o maior número de entidades sociais. Isso impacta diretamente na distribuição e, nossa ambição, é angariar um grande volume de livros infantis e brinquedos em boas condições”, explica Ana.

As doações podem ser realizadas diretamente nestes pontos de entrega: no prédio da ACSP no Centro de São Paulo (Rua Boa Vista, 51) ou nas 15 distritais de bairros da capital (https://acsp.com.br/publicacao/s/distritais.

As doações podem ser entregues até dia 11 de outubro, véspera do Dia da Criança – data que comemora os direitos das crianças e adolescentes e a conscientização das pessoas (os pais, em especial) sobre os cuidados necessários durante esta fase da vida. “Mais que doar brinquedos e livros, o nosso propósito é provocar uma grande reflexão sobre o desenvolvimento dos jovens e o impacto na sociedade”, afirma Ana Cláudia Cotait”.

Segundo ela, empresas interessadas em doar material também estão convidadas a participar desta ‘corrente do bem’. “Queremos criar um engajamento em torno deste propósito, que é fomentar o hábito da cultura e da leitura infantil. Acreditamos que a transformação de um País começa pela educação”, ressalta.

O Conselho

O Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC) da ACSP atua como um fórum de referência de estudos, debates e inspirações que promovem e incentivam, de forma estratégica e sustentável, a educação empreendedora entre as mulheres, além de desenvolver ações, campanhas e projetos sociais, culturais e de fomento da economia local nas diversas regiões da cidade de São Paulo.


Ana Claudia Badra Cotait é coordenadora geral do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado (FACESP) no biênio 2019/2021, casada com Alfredo Cotait Neto.  A frente do CMEC deseja ativar e dinamizar as atividades do Conselho em direção ao desenvolvimento do empreendedorismo feminino.
Graduada em Letras e Comunicação Social, durante sua vida profissional esteve envolvida na concepção e execução de projetos culturais no Senado Federal. Há 3 anos está aposentada, foi funcionária de carreira no Senado Federal por mais de 30 anos onde atuou como chefe de gabinete, diretora da biblioteca, membro nas comissões de licitação e acessibilidade, coordenadora geral de projetos no Senado Cultural, bienais e feiras do livro, e também foi diretora da Foco Editora Ltda.


Sobre a ACSP: A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em seus 124 anos de história, é considerada a voz do empreendedor paulistano. A instituição atua diretamente na defesa da livre iniciativa e, ao longo de sua trajetória, esteve sempre ao lado da pequena e média empresa e dos profissionais liberais, contribuindo para o desenvolvimento do comércio, da indústria e da prestação de serviços. Além do seu prédio central, a ACSP dispõe de 15 Sedes Distritais, que mantêm os associados informados sobre assuntos do seu interesse, promovem palestras e buscam soluções para os problemas de cada região.

FONTE: Marilia Baracho - Assessora de Imprensa/TAMER Comunicação

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

#SETEMBRO_AZUL_2019


ROCHA, A. L.. Educação como sinônimo de inclusão: os desafios para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). In: Congresso Nacional de Libras - CONALIBRAS, 2015, Uberlândia - MG. Anais do I CONALIBRAS-UFU. Uberlândia - MG: Centro de Ensino, Pesquisa, Extensão e Atendimento em Educação Especial, CEPAE, 2015. p.1-11.

ROCHA, A. L.; OLIVEIRA, M. M. C. . Línguas de Sinais: outras possibilidades de inclusão linguística para pessoas surdas /deficientes auditivas. In: II Congresso Nacional de Libras - II CONALIBRAS, 2017, Uberlândia. II Congresso Nacional de Libras - II CONALIBRAS. Uberlândia: CEPAE / UFU, 2017.
ROCHA, A. L.. O PAPEL DA INCLUSÃO SOCIAL NO CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO. TRAVESSIAS, v. 10, p. 398-411, 2016.

#SetembroAmarelo_2019





domingo, 8 de setembro de 2019

Alfabetização e multilinguismo - Dia Internacional da Alfabetização

Mensagem de Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional da Alfabetização 2019 – “Alfabetização e multilinguismo”, 8 de setembro de 2019
 Nosso mundo é rico e diverso, com cerca de 7 mil línguas vivas. Essas línguas são instrumentos para a comunicação, o envolvimento com a aprendizagem ao longo da vida e a participação na sociedade e no mundo do trabalho. Elas também são intimamente ligadas a identidades, culturas, visões de mundo e sistemas de conhecimento distintos. Portanto, abraçar a diversidade linguística na educação e nos processos de alfabetização é uma parte essencial de sociedades inclusivas e em desenvolvimento que respeitam a “diversidade” e a “diferença”, de modo a apoiar a dignidade humana.
Hoje, o multilinguismo – o uso de mais de uma língua na vida diária – se tornou muito mais comum com a maior mobilidade humana e com a crescente onipresença da comunicação multimodal e instantânea. Sua forma também evoluiu com a globalização e com a digitalização. Enquanto o uso de certas línguas se expandiu para o diálogo entre países e comunidades, muitas línguas minoritárias e indígenas se encontram ameaçadas. Essas tendências têm implicações para o desenvolvimento da alfabetização.
Ao mesmo tempo em que diferentes aspectos das políticas e das práticas interagem para a promoção da alfabetização, a construção de uma sólida base de pessoas alfabetizadas em uma determinada língua materna, antes que adotem uma segunda ou uma língua estrangeira, apresenta múltiplos benefícios. Contudo, cerca de 40% da população mundial não tem acesso à educação em uma língua que eles falam e entendem. Nós precisamos mudar isso, tornando as políticas e as práticas mais relevantes em termos linguísticos e culturais, enriquecendo ambientes alfabetizados multilíngues e explorando o potencial das tecnologias digitais. Durante mais de sete décadas, a UNESCO tem apoiado abordagens educacionais multilíngues e com base nas línguas maternas, como um meio de aumentar a qualidade da educação e os entendimentos interculturais. Uma vez, Nelson Mandela disse que “se você fala com um homem em uma língua que ele entende, o que você diz chega até sua mente. Se você fala na língua dele, o que você diz chega até seu coração”. Envolver tanto a mente quanto o coração é uma das chaves para a aprendizagem efetiva.
Este é o Ano Internacional das Línguas Indígenas; também marca o 25º aniversário da Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais, quando foi aprovada a Declaração de Salamanca sobre Princípios, Política e Prática em Educação Especial. Em solidariedade a essas ocasiões especiais, e por ocasião do Dia Internacional da Alfabetização 2019, a UNESCO faz um convite para se repensar a alfabetização em nosso mundo contemporâneo e multilíngue, como parte do direito à educação e um meio para a criação de sociedades mais inclusivas e mais diversas em termos linguísticos e culturais.
Mais informações:
·         Sobre o Dia Internacional 
·         Sobre Alfabetização


quinta-feira, 15 de agosto de 2019

De Mãos Dadas com Tati Brum


A empresária Tati Brum e suas amigas Alessandra Guimarães e Flavia Tucci, apoiadas pelo Rotary Club, Casa da Amizade e Comunidade Casa, além de outros parceiros, promovem no dia 1º de setembro o evento “De Mãos Dadas com Tati Brum”. A iniciativa dará o ‘pontapé inicial’ nas obras da nova sede do Instituto Mãos Dadas, uma casa de apoio que acolhe famílias em tratamento de saúde, na cidade de Uberlândia.
O evento, totalmente beneficente, será realizado no Spazzio Real Eventos, e terá como atrações Lísias & Banda e sua tradicional Mesa de Boteco, Emerson Cunha, Banda Octávia e DJ Massilon. No cardápio, serão servidas, além de petiscos, as feijoadas tradicional e vegetariana.
Os ingressos estão a venda no sitehttps://baladapp.com.br/a/demaosdadas/1487
Fonte: naoperdenao@gmail.com

OSESP REVISITA PERÍODOS E APRESENTA UM PROGRAMA INTEIRAMENTE DEDICADO À MÚSICA BARROCA

Nos concertos anteriores, ao lado dos bailarinos da São Paulo Cia de Dança, um programa apenas com obras russas do início do século XX. Uma semana depois, um salto de quase três séculos no passado para obras compostas no período barroco.
Focados num dos períodos musicalmente mais produtivos de toda a história, os concertos da Osesp desta semana pretendem homenagear o Barroco e mostrar como a diversidade nascida nessa época se desdobra no universo da música instrumental. Os concertos acontecem entre os dias 22 e 24 de agosto, na Sala São Paulo, regidos por Luís Otávio Santos e com solos de oboé d’amore a cargo de Arcádio Minczuk.

O repertório do programa apresenta três dos mais destacados compositores do período, Georg Muffat, Händel e Johann Sebastian Bach, talvez o mais importante dentre eles. A obra de Muffat, inspirada nos concertos do italiano e Arcangelo Corelli, comprova o gosto italiano pelas texturas, contrastes e pelo domínio das cordas. Já Handel nos mostra a música feita para os grandes eventos, como sinônimo de riqueza, poder e do estilo aristocrático, comum à arte Barroca.

Por fim, a música de Bach - considerado por muitos críticos de diversas épocas não apenas o maior gênio do Barroco, mas um dos grandes mestres de todo o repertório clássico. A Suíte Orquestral no 4 em Ré Maior é apoteótica. O Concerto ParaOboé d’Amore é um dos exemplos da visão bachiana para o modelo italiano de Concerto para instrumento solista.

O regente Luís Otávio Santos é um especialistas brasileiros nesse repertório e levará o público a uma viagem que cruzará quase um século e meio de descobertas musicais.

Os concertos da Osesp são uma realização da Fundação Osesp, do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal.  

O ensaio geral, na quinta, às 10h, é aberto ao público (com ingressos a R$15).
As notas de programa e link para aquisição de ingressos, no site da Osesp.

LUÍS OTÁVIO SANTOS E ARCÁDIO MINCZUK
22.8 quinta 10h – Ensaio Aberto
22.8 quinta 20h30
23.8 sexta 20h30
24.8 sábado 16h30

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo
Luís Otávio Santos, regente
Arcádio Minczuk, oboé d’amore

PROGRAMA
GEORG FRIEDRICH HÄNDEL
Concerto a Due Cori nº 2 em Fá maior, HWV 333
GEORG MUFFAT
Armonico Tributo: Sonata nº 2 em sol menor
JOHANN SEBASTIAN BACH
Concerto para Oboé d'Amore em Lá maior, BWV 1055R
Suíte Orquestral nº 4 em Ré maior, BWV 1069
Ingressos (inteira): entre R$ 55,00 e R$ 230,00.
* Durante o Ensaio podem acontecer pausas, repetições de trechos e alterações na ordem das obras de acordo com a orientação do regente. Os ingressos para o Ensaio custam R$ 15,00, a inteira.

SALA SÃO PAULO | SERVIÇO
Praça Júlio Prestes, 16
Bilheteria (INTI): (11) 3777-9721; https://osesp.byinti.com/#/ticket/
Sala São Paulo: 1484 lugares | Sala do Coro: 150 lugares
Recomendação etária: 7 anos
Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.
Estacionamento: R$ 28,00 (noturno e sábado após 12h30) e R$ 16,00 (sábado e domingo até 12h30)| 611 vagas, sendo 20 para portadores de necessidades especiais e 33 para idosos.
Aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pública têm 50% de desconto, mediante comprovação, em todas as atividades.

INFORMAÇÕES À IMPRENSA
Alexandre Félix 

OSESP e São Paulo Companhia de Dança em uma Noite Russa na Sala São Paulo


Está de volta uma parceria de sucesso com mais de dez mil espectadores em nove apresentações, sendo as últimas em novembro de 2017 (as demais aconteceram entre 2010 e 2013). Entre os dias de 15 e 18 de agosto, a Osesp e a São Paulo Companhia de Dança, equipamentos artísticos da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, voltam a se encontrar para quatro apresentações na Sala São Paulo. Os espaços do palco e do coro serão adaptados para que músicos e bailarinos formem um único conjunto para dar vida às três obras que farão parte do programa. Os ingressos variam de R$ 75,00 (inteira) a R$ 37,50 (meia-entrada).

O repertório da noite será dançado e orquestrado para criar uma Noite Russa. A Orquestra terá regência do maestro Roberto Tibiriçá. O duo de Pássaro de Fogo, de Stravinky, coreografo por Marco Goecke, abrirá o espetáculo. Nele, um casal de bailarinos da SPCD interpretará o encontro entre um pássaro de fogo e um príncipe, duas criaturas de diferentes naturezas: um pássaro que dança e um humano que voa. Depois será a vez do pas de deux da cena do balcão, da obra Romeu e Julieta, de Prokofiev, subir ao palco. A coreografia foi criada para a Companhia pelo italiano Giovanni Di Palma e é a cena onde o casal dá o seu primeiro beijo, em um duo romântico, leve e encantador.

Para finalizar o programa, será apresentado o Balé Pulcinella, também de Stravinky, uma coreografia neoclássica onde Giovanni Di Palma usa sapatilhas de ponta em diálogo com movimentos contemporâneos para contar a história do aventureiro Pulcinella, famoso personagem da Commedia Dell’Arte.

Os interessados em assistir ao espetáculo podem adquirir os ingressos pelo site da Sala São Paulo: salasaopaulo.art.br
Para mais informações e agenda de apresentações da Companhia e Osesp, acesse: spcd.com.br e osesp.com.br


Serviço
Osesp e São Paulo Companhia de Dança
Quinta-feira | 15 de agosto | às 20h30
Sexta-feira | 16 de agosto | às 20h30
Sábado | 17 de agosto | às 16h30
Domingo | 18 de agosto | às 18h00

Local: Sala São Paulo (Praça Júlio Prestes, nº 16 – São Paulo/SP)
Telefone: (11) 3777-9721 – das 12h às 18h
Ingressos: R$ 75,00 (inteira) e R$ 37,50 (meia-entrada)


SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA
Criada em janeiro de 2008, a São Paulo Companhia de Dança (SPCD) é um corpo artístico da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerida pela Associação Pró-Dança e dirigida por Inês Bogéa, doutora em Artes, bailarina, documentarista e escritora. A São Paulo é uma Companhia de repertório, ou seja, realiza montagens de excelência artística, que incluem trabalhos dos séculos XIX, XX e XXI de grandes peças clássicas e modernas a obras contemporâneas, especialmente criadas por coreógrafos nacionais e internacionais. A difusão da dança, produção e circulação de espetáculos é o núcleo principal de seu trabalho. A SPCD apresenta espetáculos de dança no Estado de São Paulo, no Brasil e no exterior e é hoje considerada uma das mais importantes companhias de dança da América Latina pela crítica especializada. Desde sua criação, já foi assistida por um público superior a 660 mil pessoas em 17 diferentes países, passando por mais 136 cidades, em mais de 860 apresentações. Desde sua criação, a Companhia já acumulou 26 prêmios, nacionais e internacionais. Além da Difusão e Circulação de Espetáculos, a SPCD tem mais duas vertentes de ação: os Programas Educativos e de Formação de Plateia e Registro e Memória da Dança.


ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Fundada em 1954 e hoje reconhecida internacionalmente por sua excelência, desde 2005 é administrada pela Fundação Osesp. Em 2012, Marin Alsop tornou-se Regente Titular, tendo sido nomeada Diretora Musical em 2013 (até o fim de 2019). Em 2016, a Orquestra esteve nos principais festivais da Europa e, em 2019, realizou turnê pela China e Hong Kong. No ano passado, a gravação das Sinfonias de Villa-Lobos, regidas por Isaac Karabtchevsky — projeto que se soma a seus mais de 80 álbuns lançados — recebeu o Grande Prêmio da Revista Concerto e o Prêmio da Música Brasileira.


Para entrevistas ou mais informações

São Paulo Companhia de Dança
Morgana Lima – morgana.lima@spcd.com.br  - (11) 3224-1389
Patrícia Marrese – patricia.marrese@spcd.com.br - (11) 3224-1380 (R.345)
Letícia Siqueira – leticia.siqueira@spcd.com.br - (11) 3224-1380 (R.364)

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Assessoria de Imprensa
Alexandre Felix

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Fundação Dorina e Maurício de Sousa lançam quadrinhos em Braille




Fundação Dorina e LEGO Foundation lançam LEGO Braille Bricks para crianças cegas


Famosos em todo o mundo, bloquinhos de montar ganham versão em Braille para ajudar na alfabetização de crianças com deficiência visual

ONU Mulheres e Ancine firmam Aliança por um Audiovisual 50-50 e defendem igualdade de gênero na indústria do cinema

No 3º Seminário Internacional Mulheres no Audiovisual, organizado pela Agência Nacional do Cinema, com o apoio da ONU Mulheres, representantes das instituições anunciaram parceria
A ONU Mulheres Brasil e a Ancine – Agência Nacional do Cinema estabeleceram a Aliança por um Audiovisual 50-50, para fomentar a igualdade de gênero na produção e realização audiovisual no Brasil. O anúncio da parceria ocorreu no 3º Seminário Internacional Mulheres no Audiovisual, em 13 de junho, em São Paulo.
A parceria entre as duas instituições visa trabalhar para a desconstrução de estereótipos e discriminações de gênero, raça e etnia na comunicação e na produção audiovisual e promover o aumento do número de mulheres nos setores de produção, comercialização e distribuição audiovisual, inclusive nas funções de liderança e tomada de decisões.
“Esperamos que o audiovisual brasileiro possa ter cada vez mais produções livres de estereótipo, que promovam a igualdade e representem as mulheres em sua diversidade. E que haja cada vez mais mulheres na indústria audiovisual, principalmente em posições de liderança e tomada de decisão”, disse Ana Carolina Querino.
“Superar estereótipos gênero e de raça e criar uma indústria audiovisual diversa e inclusiva, onde as oportunidades estejam abertas a todos os talentos: para isso a Ancine soma forças com a ONU Mulheres e lança a Aliança por um Audiovisual 50-50”, afirmou Débora Ivanov.
A parceria visa o compartilhamento de conhecimentos e a produção conjunta de estudos e análises que contribuam para uma melhor compreensão acerca das desigualdades de gênero, raça e etnia no setor audiovisual brasileiro, suas causas e possíveis estratégias de superação. Também estão previstas colaboração técnica e institucional para a realização de atividades como formações e capacitações, promoção de melhores práticas e realização de campanhas, seminários, mostras e festivais relacionados à promoção da igualdade.
Na Aliança por um Audiovisual 50-50 a ONU Mulheres tem o papel de incentivar parcerias de mídia e comunicação para a produção de estudos e para a promoção de atividades em apoio à implementação da Agenda 2030 para o de Desenvolvimento Sustentável na produção audiovisual, com enfoque no Objetivo de Desenvolvimento 5 – alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as meninas e mulheres. A organização também deverá apoiar iniciativas do Estado brasileiro que garantam às produções audiovisuais o respeito e a difusão da igualdade. No âmbito dos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPS), a ONU Mulheres oferecerá às empresas que atuam no setor audiovisual brasileiro orientações sobre como alcançar a igualdade de gênero e adotar práticas corporativas que valorizem as mulheres e promovam a sua ocupação em espaços de poder e decisão. Além disso, a instituição promoverá a incorporação da ANCINE em campanhas globais pela igualdade de gênero, raça e etnia tanto da própria ONU Mulheres, quanto da ONU como um todo, tais como: ElesPorElas – HeForShe, Aliança Sem Estereótipo, Planeta 50-50, Vidas Negras, Livres e Iguais e UNA-SE.
Já à ANCINE, caberá dar visibilidade à importância da igualdade de gênero, raça e etnia no setor audiovisual e às iniciativas para a superação das desigualdades, bem como visibilizar, por meio do audiovisual, tais questões e consequências econômicas e sociais. A agência vai, ainda, valorizar a produção audiovisual de mulheres, contribuindo para seu reconhecimento junto ao público, e estimular as empresas que atuam no setor audiovisual brasileiro a adotarem políticas e ações para a promoção da igualdade, a exemplo dos Princípios de Empoderamento das Mulheres e do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Conforme suas atribuições, também promoverá a formulação de políticas públicas para a superação das desigualdades no setor audiovisual brasileiro e incluirá políticas corporativas para a equidade de gênero e raça na própria ANCINE, tornando-se referência nacional e internacional no setor audiovisual.

Uma criança migrante morre ou desaparece todos os dias no mundo, diz relatório da ONU

Em torno de 1,6 mil crianças migrantes foram consideradas mortas ou desaparecidas entre 2014 e 2018, afirma um levantamento recente publicado por agências das Nações Unidas. Número indica que, por dia, quase um menino ou menina perdeu a vida ou sumiu durante deslocamentos. Organismos internacionais alertaram que a quantidade real de óbitos e desaparecimentos deve ser mais alta devido à subnotificação.

“A falta de dados sobre as idades, características e vulnerabilidades das crianças migrantes desaparecidas cria sérias lacunas de proteção”, afirma Frank Laczko, diretor do Centro de Análise de Dados sobre Migração Global, da Organização Internacional para as Migrações (OIM).
“Isso torna muito difícil criar programas e políticas concebidos para protegê-los.”
Elaborado pelo centro da OIM em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o relatório da ONU foi divulgado em junho, poucos dias após a circulação na internet e na imprensa da foto de um migrante centro-americano e sua filha afogados no Rio Grande.
A chefe do UNICEF, Henrietta Fore, descreveu a fotografia como “uma imagem pungente que abala todos nós em nosso âmago”. A dirigente fez um apelo para que os países empreendam mais esforços na proteção de migrantes vulneráveis.
No período 2014-2018, a OIM notificou que, de todos os 32 mil óbitos e desaparecimentos de migrantes, mais da metade — em torno de 17,9 mil — ocorreu no Mar Mediterrâneo. Os restos mortais de quase dois terços dessas vítimas não foram recuperados.
No Sudeste asiático, os refugiados rohingya que fugiram de Mianmar representaram a maioria das mortes de migrantes. Dos 2,2 mil migrantes mortos na região, 1.723 eram rohingya.
A rota entre Estados Unidos e México viu um aumento no número de mortes de migrantes desde 2014. Foram 1.907 óbitos ao longo do período de cinco anos.

Universidades de todo o mundo declaram emergência climática

Organizações que representam mais de 7 mil instituições de ensino superior de todos os seis continentes declararam nesta quarta-feira (10/07) uma emergência climática e acordaram um plano para neutralizar as suas emissões de carbono até 2030.
Centros de ensino e pesquisa também vão ampliar a educação sobre meio ambiente e sustentabilidade no currículo escolar, tanto nas universidades como em programas para a comunidade.
A estratégia para combater a crise climática está estruturada em três frentes: neutralizar as emissões de carbono até 2030; mobilizar mais recursos para a pesquisa e a criação de competências voltadas para ações climáticas; e ampliar a educação sobre meio ambiente e sustentabilidade no currículo escolar, tanto nas universidades como em programas para a comunidade.
Esta é a primeira vez em que organizações de ensino superior se unem para assumir um compromisso coletivo frente às mudanças do clima. A iniciativa é capitaneada pela Aliança para a Liderança Sustentável na Educação (EAUC), pela organização estadunidense Second Nature e pela Aliança para Juventude e Educação, da ONU Meio Ambiente. A carta assinada pelas três instituições será compartilhada com ministros de Estado durante o encontro da Iniciativa por uma Educação Superior Sustentável, em Nova Iorque.
Outras instituições que assinaram o documento incluem a Universidade de Strathmore (Quênia), a Universidade de Tongji (China), a Escola de Comércio KEDGE (França), a Universidade de Glasgow (Escócia), a Universidade do Estado da Califórnia (Estados Unidos), a Universidade de Zayed (Emirados Árabes Unidos) e a Universidade de Guadalajara (México).
O anúncio também foi apoiado pelas principais redes mundiais de educação, como a Aliança Global e a Iniciativa Global de Lideranças Responsáveis, que também se comprometeram com as metas de emissões.
“O que ensinamos molda o futuro. Nós elogiamos o compromisso das universidades para se tornarem neutras em carbono até 2030 e aumentar seus esforços nos campus acadêmicos”, disse Inger Andersen, Diretora Executiva da ONU Meio Ambiente.
“Os jovens têm liderado cada vez mais os apelos por mais ações endereçando os desafios climáticos e ambientais. Iniciativas que envolvem os jovens diretamente neste trabalho são uma contribuição valiosa para alcançar o desenvolvimento sustentável.”
Algumas instituições já implementam boas práticas de sustentabilidade, como a Universidade de Strathmore, que utiliza energia limpa e instalou seu próprio sistema fotovoltaico de 600 quilowatts. A Universidade de Tongji incorporou a sustentabilidade no currículo e instigou outras instituições a fazerem o mesmo.
Nos Estados Unidos, a Universidade da Califórnia se comprometeu a neutralizar suas emissões de carbono até 2025 e outras instituições, como a Universidade Americana e a Universidade de Colgate, já são neutras em carbono.
“Jovens em todo o mundo sentem que escolas, colégios e universidades têm sido lentos demais em suas reações à crise que recai sobre nós. Celebramos a notícia de que elas estão declarando a emergência climática. Não temos tempo a perder. Iremos convocar as instituições que ainda não apoiam a iniciativa para que se juntem a ela. E, claro, as ações que acompanham o apoio são o elemento mais importante”, afirmou a diretora para Alunos que se Organizam pela Sustentabilidade, Charlotte Bonner.
Leia a carta completa (em inglês) e veja quais redes confirmaram apoio — clique aqui.
Sobre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, conhecido pela sigla PNUMA, é a principal autoridade ambiental global, que determina a agenda internacional sobre o tema, promove a implementação coerente da dimensão ambiental do desenvolvimento sustentável no Sistema das Nações Unidas e serve como uma defensora do meio ambiente no mundo. Sua missão é prover liderança e encorajar parcerias na proteção do meio ambiente, inspirando, informando e permitindo que países e pessoas melhorem sua qualidade de vida sem comprometer as futuras gerações.
Sobre a EAUC
A EAUC é a Aliança pela Liderança Sustentável na Educação. A rede representa mais de 200 instituições com um total de 2 milhões de alunos e quase 400 mil funcionários, com orçamentos de mais de 25 bilhões de libras. O organismo ajuda líderes, acadêmicos e profissionais a levar a sustentabilidade para dentro de suas instituições de ensino para maiores de 16 anos. Universidades e faculdades sustentáveis são instituições mais bem-sucedidas no longo prazo. Elas têm mais resiliência financeira e operacional, seus estudantes atingem melhores resultados e geram impactos sociais, pesquisas e inovações melhores.
Sobre a Second Nature
A Second Nature está comprometida em acelerar ações climáticas por meio da educação superior. Isto é feito mobilizando uma série de instituições para atuar em ações climáticas relevantes, aumentar as iniciativas pelo clima nos campus e criar soluções inovadoras. A Second Nature busca alinhar, ampliar e ser a ponte entre os esforços do setor e outros líderes globais para avançar as prioridades climáticas mais urgentes.

Turma da Mônica homenageia cientista e diplomata brasileira no Dia Nacional da Ciência

Projeto #DonasDaRua faz homenagem à bióloga e diplomata brasileira Bertha Lutz no Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico.

No Brasil, em todo dia 8 de julho é celebrado o Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico. Em menção à data, a Mauricio de Sousa Produções (MSP) escolheu a bióloga e diplomata brasileira Bertha Lutz para fazer uma homenagem no Donas da Rua da Ciência. A bióloga teve a sua biografia publicada no site do projeto e um desenho nos traços da personagem Marina.
Além do trabalho como zoóloga e bióloga especializada em anfíbios, Bertha Lutz ficou conhecida como uma das maiores líderes na luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras. Em 1919, ela criou a Liga para a Emancipação Intelectual da Mulher, que deu origem à Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF).
Entre muitas de suas contribuições, ela representou as brasileiras na Assembleia Geral da Liga das Mulheres Eleitoras, nos Estados Unidos, sendo eleita vice-presidente da Sociedade Pan-Americana.
Em 1932, depois de uma intensa campanha das mulheres, foi estabelecido o direito ao voto feminino, por um decreto-lei do presidente Getúlio Vargas. O ato passou a ser permitido apenas às mulheres casadas, com autorização dos maridos, e às viúvas e solteiras com renda própria. Foi só em 1934 que essas restrições foram eliminadas do Código Eleitoral.
Engajada na luta, ela se formou em Direito e foi deputada na Câmara Federal, em 1936. Na ocupação, Bertha propôs mudanças na legislação referente ao trabalho da mulher, buscando equiparação salarial, ampliação da licença-maternidade e redução da jornada de trabalho.
A bióloga sempre conciliou a luta pelos direitos das mulheres com a pesquisa. No âmbito científico, ela foi responsável pela descoberta de uma espécie de sapos, o Paratelmatobius lutzii, conhecido como “Lutz’s rapids frog”.
Como diplomata, Bertha Lutz também contribuiu para a inclusão da igualdade de direitos de homens e mulheres na Carta da ONU, documento lançado em 1945 que criou as Nações Unidas.
O Dia da Ciência e do Pesquisador também é uma homenagem à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, entidade criada em 8 de julho de 1948 que se tornou um dos pilares para professores, alunos e pesquisadores de todo o país. A data tem como objetivo chamar a atenção para a produção científica do país, estimular o gosto dos jovens pela ciência e divulgar o saber científico para a sociedade.

#DonasDaRua

O Donas da Rua foi criado em março de 2016 e tem o apoio da ONU Mulheres. Nesta parceria, a MSP tornou-se signatária dos Princípios de Empoderamento da ONU Mulheres. Uma de suas áreas, o Donas da Rua da Ciência, tem como objetivo resgatar a trajetória de pesquisadoras e cientistas que marcaram a humanidade com suas ações. O projeto pode ser conferido no site.

Mauricio de Sousa Produções

A Mauricio de Sousa Produções é uma das maiores empresas de entretenimento do Brasil, responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. A MSP investe em inovação e produz conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento.
A empresa é signatária dos princípios de empoderamento das mulheres, plataforma da ONU Mulheres e Pacto Global.