quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Z 42 Arte inaugura exposição Costas de Vidro - fotografias de Edu Monteiro / Curadoria: Roberto Conduru

“Querendo, pode-se ouvir a marola do mar, uma suave brisa, o roçar da pele na madeira. E mais, pois a foto ressoa além do visível.
É um navio negreiro. Não! É um corpo síntese, índice de milhões de pessoas, tanto das que sucumbiram ao tráfico negreiro quanto das que sobreviveram, vivenciaram e venceram a escravidão”.Roberto Conduru

Primeiro é preciso explicar o título da exposição e como o premiadíssimo fotógrafo Edu Monteiro descobriu e fotografou após quatro anos de investigações e três viagens à Martinica, entre elas uma residência de seis meses em busca do universo mágico, esta dança de combate - uma luta entre o visível e o invisível nas encruzilhadas da diáspora africana - seus pesos e magias.

Costas de Vidro é uma expressão utilizada pelos lutadores da Ladja – uma dança de combate praticada exclusivamente na ilha da Martinica, no Caribe, que lembra bastante a capoeira em alguns aspectos. O principal fundamento desta luta é o “ou wè`y ou pa wè`y” expressão em crioulo que significa: “vê mas não vê” e se refere à capacidade ilusionista dos golpes desta arte, que impossibilita a percepção visual do oponente diante do ataque - transformando o visível em invisível através do corpo. Nesta luta quem tem as costas de vidro não pode ser visto.Faz parte doFotoRio resiste.


Curadoria Roberto Conduru

Segundo o curador Roberto Conduru...”é simples a imagem com a qual Edu Monteiro apresenta Costas de Vidro. Nela, um homem afrodescendente parcialmente imerso na água segura um tambor. A tensão da pega parece visar menos a proteger o tambor do encontro com a água e mais a trazê-lo junto, conectá-lo a si. De tal modo que corpo humano e tambor tornam-se um a extensão do outro. Fazendo as vezes de tronco e cabeça, o tambor ultrapassa a condição de objeto. Dando braços e pernas ao artefato de madeira, ferro, sisal e couro, o homem amplia atributos e habilidades”.

Sobre o Fotógrafo

Edu Monteiro é fotógrafo, pesquisador e doutorando em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense – UFF (2013) e possui formação em Artes e história visual pelo museu Jeu de Paume em Paris (2017). Autor dos livros Autorretrato Sensorial (Pingadoprés, 2015) e Saturno (Azougue Editorial, 2014). Um recorte de Costas de Vidro foi exposto no China Art Museum, como uma das exposições integrantes do Shanghai International Photography Festival de 2017.

Onde!
Z42 Arte está localizado ao lado da subida do Cristo Redentor e se distingue de outros centros culturais. Construído nos anos 1930, o casarão conta com sete salas de exposições e sete ateliês, em que artistas representados pela Z42 Arte vão trabalhar diante do público. — A ideia é haver reciprocidade entre o artista e o público. “A arte é o nosso oxigênio e o seu processo de criação é lindo, tem vida. Queremos que o visitante crie uma sintonia com a construção das obras. Conheço poucos lugares do mundo com essa proposta” afirma o diretor Eduardo Lopes.

Serviço
Costas de Vidro – exposição de fotografias de Edu Monteiro
Curadoria: Roberto Conduru
Visitação: das 13h às 18h
Livre
Até dia 21de agosto
Entrada franca
Fonte: Eli Rocha - assessoria de imprensa

Ciclo de Cine argentino: Ciclo Diretoras exibe "Wakolda" [2014]

Contamos com a sua presença neste sábado dia 18/08 às 16 hs no anfiteatro B do Bloco 5O do campus Santa Mônica. Lembrando que a entrada é gratuita, o filme é legendado em português e haverá emissão de certificados.  
Fonte: Ciclo de Cine Argentino <ciclocineargentino@gmail.com>

9ª Festa do Fandango - Caiçara de Paranaguá/PR

UNIPAM: Palestra "Tendências no Agronegócio"

Um dia inteiro de atividades com foco em networking, empreendedorismo, tecnologia e inovação. Essa é a proposta do Tecnopuc Experience, que será realizado em 23 de agosto, no Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Av. Ipiranga, 6681).
Em sua terceira edição, o evento marca os 15 anos do Tecnopuc e reúne empresas instaladas no Parque, organizações e startups da comunidade em geral na realização de workshops, debates, oficinas, entre outras ações – tudo sem custo para os organizadores e para os participantes.
PROGRAMAÇÃO E INSCRIÇÕES EM

2º Festival de Música UNIPAM - Inscrições até 17/08!

Dislexia: Novos temas, novas perspectivas

#Lançamentoliterário

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Reflexões cotidianas...

Incompletude. Vida. Verdades...





Por Alessandra Leles Rocha




Ainda que seja difícil de aceitar, o ser humano é incompleto. A completude é um desejo; mas, não a realidade, na medida em que viver depende de um contexto de escolhas. É sempre uma coisa ou outra, nunca uma coisa e outra.
Sendo assim é preciso muito cuidado na hora de se posicionar diante dos acontecimentos do mundo. O radicalismo das opiniões impede, inevitavelmente, a liberdade de trânsito dos diferentes pontos de vista que se inserem naquela dada questão, tornando-a rasa e inconsistente.
E como somos dados a dar pitacos aqui e ali, essa reflexão é, portanto, muito oportuna. Porque o olhar que só oportuniza um lado da história é no mínimo tendencioso e leviano. Antes de qualquer coisa, a argumentação precisa se constituir de bom senso, de consciência holística, cidadã; porque, embora possa não parecer, nossas ideias não são necessariamente nossas, mas o resultado de um denominador comum do pensamento de outros tantos.  O que deveria significar a influência de uma diversidade significativa de ideias. Mas, infelizmente, o que se vê por aí são ideias que se sustentam a partir de um único ponto de vista e se consideram verdades absolutas e incontestáveis.
Então, eu paro e fico pensando, por exemplo, o que seria das ciências se elas se contaminassem por esse modus operandi unilateral; visto que, o elementar, o fundamental para o seu desenvolvimento é justamente o compartilhar de contribuições e análises oriundas de pontos de vista diferentes. Inclusive, é por isso que se inicia uma pesquisa pelo levantamento bibliográfico, para conhecer o que já foi realizado e quais caminhos foram elucidados e abrem novas possibilidades.
Mas ciência é só um exemplo. O pior é pensar na trivialidade do cotidiano em que se faz necessário ter a mente aberta para lidar com as complexidades ao redor, num exercício pleno de cidadania. Quantos não são os problemas atuais que a sociedade se limita a enxergar por um ínfimo buraco de agulha? De repente, nos vemos rodeados por verdades absolutas, conceitos devidamente firmados; sem ao menos, nos darmos à oportunidade de problematizar, questionar o que acontece.
E é justamente nesse processo dinâmico de interrogações que se faz a desconstrução dos absolutismos. Tudo é relativo, na medida da perspectiva da diversidade de pensamento. Enquanto o absoluto traz a falsa sensação de completude, de resolver rapidamente, o relativo impõe a incompletude presente na complexidade.
O relativo requer tempo para pensar analisar debater na busca por uma resposta que esteja mais próxima e viável do senso comum; visto que, a unanimidade será sempre uma utopia. O relativo requer a participação dos indivíduos; na verdade, ele depende disso para acontecer e constituir os sujeitos sociais munidos de vez e voz. O relativo propõe o exercício da racionalidade em contraponto às paixões do mundo. Assim, quando se problematiza, a realidade se desnuda.
Vejamos, por exemplo, que milhões de brasileiros são ardorosamente contrários à pena de morte. Se houvesse uma proposição de mudança das leis, que hoje concordam com essas pessoas; certamente, elas iriam para as ruas se manifestarem contra a pena de morte. No entanto, a existência de uma lei contra a pena de morte não impede a ilegalidade da matança vil e brutal de brasileiros diariamente. Gente que sai de casa sem ter a garantia de retornar em segurança, que são alvejadas nas esquinas, nas vias, nas escolas, nos hospitais,... por balas perdidas nos confrontos sociais. Ou aqueles que serão mortos pela desassistência, negligência, insalubridade,... dos serviços públicos de saúde. Ou mesmo pela miséria, subnutrição, falta de saneamento básico, abandono... Mas, os contrários à pena de morte não se manifestam a respeito, na medida em que a sua compreensão sobre o assunto está completa, absoluta.
É interessante tudo isso, porque a realidade social está imersa nas tecnologias da informação. Conteúdos sobre o que acontece aqui e no mundo são produzidos a cada minuto, ainda que sejam necessários cuidados em relação às fontes de mídia; mas, o que importa é a existência de informação para problematizar. No entanto, ainda persiste o ideário da completude, uma inércia comodista em se deixar guiar por uma verdade absoluta, uma abstenção de direito. E como isso é grave!
Lançar as sujeiras para debaixo do tapete nunca foi solução. Considerar que tudo está completo e, portanto, não precisa de ajustes; como assim? A cronicidade desses comportamentos já aponta para um quadro de dramaticidade social sem precedentes, porque as ações já repercutem em reações inimagináveis, incontroláveis.
Como disse José Saramago, em Ensaio sobre a Cegueira (1995), “a pior cegueira é a mental, que faz com que não reconheçamos o que temos a frente”. Já passou da hora de rever nossos conceitos, nossas práticas, nosso olhar. Mais do que um processo de integração econômica, social, cultural e política, a globalização é antes de tudo o resultado de coexistirmos em uma mesma esfera; portanto, não há como dissociar as alegrias e as tristezas.  As transformações, as metamorfoses, as evoluções, como queiram chamar, são inevitáveis e, cada vez mais, há menos espaço para receitas de bolo ou manuais. O tempo urge. 

DA USP PARA O UNIVERSO EMPREENDEDOR

I Mostra UFF Cine Ciências

1º Colóquio Patrimônio Territorial do ES


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Agenda Cultural DiTeatro UERJ

HC UFMG - I Congresso Internacional: Qualidade, Segurança e Sustentabilidade na Atenção à Saúde


Glauco Rodrigues - Gravuras

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Com apoio da ONU, livro e documentário sobre diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello serão lançados no Rio de Janeiro


O brasileiro Sergio Vieira de Mello em uma de suas últimas reuniões na
ONU em Nova Iorque, em julho de 2003. Foto: ONU/Mark Garten.


Em meio às homenagens pelos 15 anos da morte de Sergio Vieira de Mello, a ZAZ Produções lança na quinta-feira (16), no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro, livro e documentário sobre a trajetória do diplomata brasileiro.
O lançamento da obra “Sergio Vieira de Mello: o legado de um herói brasileiro” tem o apoio do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio). Inscreva-se em goo.gl/JR7fhT
Escrito pelo jornalista Wagner Sarmento, o livro conta a história do alto-comissário da ONU para os direitos humanos morto em agosto de 2003 em um atentado terrorista em Bagdá.
Com uma narrativa realista, a obra tem o prefácio do político e jurista timorense José Ramos-Horta, vencedor do Nobel da Paz em 1996.
O projeto conduzido pela ZAZ Produções levou cinco anos para ficar pronto, após mais de 100 entrevistas realizadas em quase 80 mil quilômetros rodados e pesquisas sobre temas como paz e refúgio.
Representante máximo das Nações Unidas no Iraque, Sergio Vieira de Mello era visto como o futuro secretário-geral da ONU, devido à grande habilidade de negociação e paixão pelo trabalho em campo.
O diplomata virou referência em direitos humanos mundialmente, sendo o responsável por importantes avanços sócio-políticos no Timor-Leste.
O evento terá um coquetel e bate-papo com o jornalista Wagner Sarmento e o diretor-geral do projeto, André Zavarize, sobre o processo de criação do documentário e do livro.
“Em 2018, completam 15 anos do atentado terrorista contra o Sergio, e o que podemos notar é que ele continua vivo. Sua herança permanece e suas ações ainda ecoam em diversos países. É um brasileiro do qual temos que nos orgulhar”, afirma Zavarize.
O público presente terá oportunidade de assistir a uma “avant-première” do documentário, dirigido e produzido por Zavarize e que estará em breve nos festivais de cinema brasileiros.

Serviço

Local: Palácio do Itamaraty

Endereço: Avenida Marechal Floriano, 196
Data: 16 de agosto de 2018
Horário: a partir das 11h
Clique aqui para se inscrever no evento: 

Fonte: Unic Brazil 


Hoje, no Rio de Janeiro, Consulado do México e ONU debatem participação da mulher na política e educação; participe!

#Lançamentoliterário

Guilherme de Freitas é autor também do livro "O quarto 65: uma janela para a vida".
Saiba mais sobre este autor:
Confirme sua presença, enviando um e-mail para  assiseditora@gmail.com

OSESP APRESENTA NONA SINFONIA DE BEETHOVEN

Sob regência de Alexander Liebreich, concertos contam também com a participação do Coro da Osesp, Coro Acadêmico da Osesp e Coral Jovem do Estado de são Paulo


Em agosto, a Osesp, o Coro da Osesp, o Coro Acadêmico da Osesp e o Coral Jovem do Estado de São Paulo se juntam no palco da Sala São Paulo para apresentar uma das obras de música clássica mais populares de todos os tempos: a Nona Sinfonia de Beethoven. Serão cinco dias seguidos de apresentações – do dia 22 ao dia 26 –, todos sob regência do maestro alemão Alexander Liebreich e quatro solistas convidados.
Os concertos fazem parte da série As Nove Sinfonias, que traz, ao longo da Temporada 2018 da Osesp, a integral das Sinfonias de Beethoven, sob a batuta de diversos regentes. Além disso, as apresentações também integram o projeto Osesp 60, que traz programas mais curtos (60 minutos), sem intervalo, seguidos de uma conversa entre solistas, maestro e público.
Baseada no poema Ode à Alegria (1786), de Friedrich Schiller, a Sinfonia nº 9 em Ré Menor, Op.125 – Coral, de Ludwig van Beethoven, tem como tema o elogio do heroísmo, da fraternidade universal e do ideal de dignidade humana, e traduz em música o desejo humano por um mundo mais justo, mais pacífico e mais feliz.
A obra do compositor alemão foi a primeira composição sinfônica a acrescentar ao corpo instrumental vozes de solistas e coro – peculiaridade que não agradou alguns compositores da época, mas um dos motivos pelos quais essa é, hoje, a obra mais apreciada do compositor. Nas apresentações da Osesp, os solos ficam por conta da soprano ítalo-brasileira Carla Cottini; da mezzo soprano Denise de Freitas, vencedora do Prêmio APCA 2017 como cantora lírica; do tenor alemão Christian Elsner, professor de canto na Escola Superior de Música, de Karlsruhe e Würzburg; e do baixo alemão Franz-Josef Selig.
O responsável pela batuta, Alexander Liebreich, é Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica da Rádio Nacional Polonesa, e, a partir deste ano, passará também a assumir as mesmas posições na Orquestra Sinfônica da Rádio de Praga (República Tcheca). O maestro já trabalhou como convidado com diversas orquestras de prestígio, como a Orquestra Nacional da Bélgica, a BBC Symphony Orchestra e a própria Osesp, em 2016.

Os concertos da Osesp são uma realização do Ministério da Cultura, Governo Federal e Fundação Osesp e contam com o patrocínio do Itaú Personnalité, Banco Votorantim, BBMapfre, Facebook, Ultra, Via Varejo, Mattos Filho e Deloitte.

Informações sobre os concertos
22/ago (qua) a 24/ago (sex), às 20h30; 25/ago (sáb), às 16h30; 26/ago (dom), às 19h.
Ingressos: R$ 50,00 a R$ 222,00. Esgotados.
Ensaio aberto: 22/ago (qua), às 10h00. Ingressos: R$ 12,00. Esgotados.


SALA SÃO PAULO | SERVIÇO
Praça Júlio Prestes, 16
Bilheteria: (11) 3223-3966 (Sala São Paulo: 1484 lugares)
Recomendação etária: 7 anos
Ingressos: (11) 3777-9721; https://osesp.byinti.com
Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express, Diners e Elo.
Estacionamento: R$ 28,00 (noturno e sábado à tarde) | 611 vagas, sendo 20 para portadores de necessidades especiais e 33 para idosos.


INFORMAÇÕES À IMPRENSA: Isabela Guasco e Diego Andrade - imprensa@osesp.art.br

1ª exposição da XIV Edição do Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente

A 1ª exposição da XIV Edição do Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente chegará dia 03 de agosto em Iguaba Grande, no Salão de Artes Zé Trindade. A abertura ocorrerá às 19h, no endereço Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A exposição fica até o dia 29 de agosto, com visitação das 8h às 17h.
• ABERTURA: 03/08, 19h
• VISITAÇÃO: segunda à sexta, 8h às 17h
• ENDEREÇO: Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura
Contamos com a presença de vocês!

UFMG: Lançamento Literário

88 anos da Casa de Rui Brabosa

Secretaria de Cultura de SP - JORNADA DO PATRIMÔNIO

Música para os ouvidos. Música para a alma.

Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns

Evento sobre Economia e Inovação

UERJ - Pós-Graduação em Eng. Mecânica 2018/2

Saiba mais da Cultura. Visite os Museus!

terça-feira, 31 de julho de 2018

49º FESTIVAL INTERNACIONAL DE INVERNO DE CAMPOS DO JORDÃO | ENCERRAMENTO ACADÊMICO E PREMIAÇÃO DOS BOLSISTAS | 29 DE JULHO, SALA SÃO PAULO

No domingo, 29 de julho, às 11h, na Sala São Paulo, aconteceu o Encerramento Acadêmico do 49º Festival de Inverno de Campos do Jordão. A Orquestra do Festival, comandada pelo português Pedro Neves (regente titular da Orquestra Clássica de Espinho e maestro convidado da Orquestra Gulbenkian), apresentou um repertório audacioso e desafiador para os bolsistas, que tocaram o Concerto para Orquestra, de Witold Lutoslawski, e os Choros Nº 6, de Heitor Villa-Lobos.

O 49º Festival trouxe ao público uma programação artística diversificada, com90 concertos no total, sendo 68 gratuitos, ao longo de todo o mês de julho, tanto nos palcos da cidade de Campos do Jordão (Auditório Claudio Santoro, Praça do Capivari, Igreja de Santa Terezinha e Capela do Palácio Boa Vista), quanto na capital paulista (Sala São Paulo e Sala do Coro).

Com seu núcleo pedagógico concentrado na Sala São Paulo, o evento recebeu 198 bolsistas vindos de todo o Brasil e de diversas partes do mundo, e contou com a participação de mais de50 renomados professores brasileiros e estrangeiros, entre músicos da Osesp e artistas convidados da programação de concertos.

Ao longo de quatro semanas, os alunos vivenciaram intensamente o universo da música, participando de aulas, masterclasses, ensaios e concertos com a Orquestra do Festival, a Camerata do Festival, o Grupo de Música Antiga do Festival, e também se apresentando em grupos de câmara, ao lado de seus professores. Foram duas semanas dedicadas à prática orquestral e uma inteiramente voltada para a música de câmara, em que os bolsistas puderam experimentar tocar em diversas formações, interpretar repertórios mais complexos, incluindo peças de compositores pouquíssimos executados, e ainda estrear obras inéditas.

Há quase 50 anos, o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão tem oferecido, em todas as suas edições, uma variada programação musical, além de se consolidar como um importante espaço de formação e desenvolvimento profissional de jovens músicos. O maior evento de música clássica da América Latina se prepara, agora, para celebrar seu cinquentenário, em 2019.

Que venha o próximo Festival!!!


PREMIAÇÃO
Após o concerto de encerramento, foi realizada a cerimônia de premiação aos bolsistas que mais se destacaram nessa edição, escolhidos pelos membros da direção do Festival, em consulta aos professores participantes.

Os prêmios foram anunciados no palco da Sala São Paulo por Arthur Nestrovski (Diretor Artístico da Osesp), com a presença de Fábio Zanon (Coordenador artístico-pedagógico do Festival) e Rogério Zaghi (Coordenador Educacional da Osesp).


PRÊMIO ELEAZAR DE CARVALHO

O bolsista Erick Venditte dos Santos (trompete), 15 anos, de Guarulhos (SP), da EMESP/ Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, foi o ganhador do Prêmio Eleazar de Carvalho, a principal premiação do Festival, contemplado com uma bolsa de US$ 1.400 mil (um mil e quatrocentos dólares) mensais para estudar por um período de até nove meses em uma instituição estrangeira de sua escolha, tendo também cobertas suas despesas de translado entre o Brasil e o exterior.


PRÊMIO ORQUESTRA JOVEM DAS AMÉRICAS – YOA 

O bolsista Lucas Ferreira dos Santos (clarinete), 24 anos, de Barra Mansa (RJ), da Academia de Música da Osesp, ganhou uma vaga na YOA – Youth Orchestra of the Americas, premiação concedida pela primeira vez no Festival. Ele passará um período de dois meses na cidade do México, em 2019, para estudos, ensaios e apresentações com a orquestra.  

A YOA foi criada em 2002 e reúne jovens instrumentistas entre 18 e 30 anos de idade, de diversos países das Américas. Com direção musical do maestro Carlos Miguel Prieto (que esteve à frente da Osesp em 2016), já realizou mais de 300 concertos por todo o mundo.


PRÊMIO ÉCOLE NORMALE ALFRED CORTOT DE PARIS 

O bolsista Venancio Rodrigues dos Santos Neto (contrabaixo), 24 anos, de Campinas (SP), da EMESP/ Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, ganhou uma bolsa de estudos de um ano na École Normale Alfred Cortot de Paris.


PRÊMIO ROYAL ACADEMY OF MUSIC

O bolsista Thiago Sandoval de Souza (clarinete), 18 anos, de São Paulo (SP), do Instituto Bacarelli/ Orquestra Sinfônica Heliópolis, ganhou uma bolsa de estudos de um mês na Royal Academy of Music de Londres.


PRÊMIO ACADEMIA DE MÚSICA DA OSESP 

Dois bolsistas ganharam uma bolsa de estudos de dois anos na Academia de Música da Osesp:

Felipe dos Santos Freitas da Silva (trompa), 16 anos, do Rio de Janeiro (RJ), da Academia de Música UFRJ/ Academia Juvenil da Orquestra Petrobras Sinfônica;

Isaque Elias Lopes (trompa), 22 anos, de São Paulo (SP), da UNIMES/ Orquestra Experimental de Repertório.


PRÊMIOS DE CONCERTO | SOLOS EM CONCERTOS NO 50º FESTIVAL

Dois bolsistas foram selecionados para se apresentarem como solistas em programas com uma orquestra convidada, no 50º Festival de Inverno de Campos do Jordão (2019):

Lucas Ferreira dos Santos (clarinete), 24 anos, de Barra Mansa (RJ), da Academia de Música da Osesp;

Alan Davidson Santiago Fernandes Pimenta (fagote), 21 anos, de Parnamirim (RN), da Academia Sibelius/ Universidade de Artes de Helsinki.


PRÊMIO DE CONCERTO | CONCERTO NO 50º FESTIVAL

A bolsista Marina Vilaça Pinho Caputo (violino), 16 anos, de Campinas (SP), da EMESP/ Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, participará de um concerto na programação do 50º Festival de Inverno de Campos do Jordão (2019).


REALIZAÇÃO

O 49º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão tem direção executiva de Marcelo Lopes, direção artística de Arthur Nestrovski, coordenação artístico-pedagógica de Fábio Zanon e consultoria artística de Marin Alsop; e conta com o patrocínio da Rede; copatrocínio da Sabesp e Comgás; apoio da Localiza Hertz e Fritz Dobbert; e promoção da Folha de S.Paulo. 

 
AMIGOS DO FESTIVAL

Desde 2013, a Fundação Osesp conta com a colaboração de uma rede de estabelecimentos comerciais na cidade de Campos do Jordão, que contribui para a divulgação de informações sobre a programação de concertos. Esses estabelecimentos recebem um selo que os identificam como Amigos do Festival e mostram engajamento com um dos mais tradicionais projetos culturais da cidade. 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA E OUTROS CONTEÚDOS:



Fonte: Alexandre Félix | imprensa@osesp.art.br