domingo, 13 de janeiro de 2013

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Sustentabilidade & Consumo: Os dilemas da energia elétrica!


Xi! Quero só ver desatar esse nó!


Por Alessandra Leles Rocha



Xi! Quero só ver desatar esse nó! Falam tão mal do passado, tratam-no como velharia sem sentido, apontam-no agruras de todos os tipos, pintam-no um quadro de total ausência de progresso e desenvolvimento. Pois é! Mas para quem pensa que ele ouve esses comentários sem contestar, engana-se! Nada de palavrões, murmúrios ou muxoxos; afinal, o passado é bem educado e acredita que exemplos práticos são mais eficazes do que centenas de milhões de palavras.
Desde que ficou de pé, a raça humana não faz outra coisa senão criar moda. Descobriu o fogo, aprendeu a caçar, desenvolveu vestimenta a partir da pele de animais, começou a plantar,... tudo dentro de um processo lento e gradual pautado no equilíbrio entre a necessidade real e a maquinação engenhosa do seu cérebro privilegiado. Foi, foi, foi... até que um dia ele se esqueceu do equilíbrio e deixou a ousadia extrapolar todos os limites; então, cá estamos nós na era da informação, da tecnologia, do virtualismo e, sobretudo, do consumismo.
Sim! O progresso e o desenvolvimento da humanidade nos entorpeceram os sentidos. Não é de se estranhar se esse tal comportamento consumista lembra bastante os efeitos das drogas. Nada mais nos satisfaz o querer por muito tempo; precisamos de mais, mais e mais para ver se um fiapinho de felicidade nos causa arrepio. Com ares de pré-história muita gente considera esquentar a comida no fogão um atraso descomunal, quando basta colocar no micro-ondas para ficar tudo quentinho em fração de segundos. Em dias quentes de verão em que água do chuveiro sai naturalmente em temperatura aquecida, por causa da eletricidade ao alcance das mãos, ninguém mais se lembra de desligar o chuveiro e resgatar os “tempos da vovó”. O velho e bom hábito de escrever cartas e cartões, por exemplo, está à beira da extinção por causa da praticidade do mundo dos computadores... É uma dependência tão absurda que transformamos o cotidiano numa via crucis de fios, tomadas, interruptores, telas “touch screen”, cabos e toda a parafernália eletroeletrônica disponível.
 Apenas nos esquecemos de um mísero detalhe: a grandiosidade de todo esse progresso e desenvolvimento tecnológico, o qual tanto nos traz comodismo e certa agilidade no mundo contemporâneo, surgiu intimamente dependente dos recursos naturais. É! Minerais que compõem a cadeia de elementos constituintes do sistema eletroeletrônico, o plástico oriundo do petróleo e que hoje representa um dos principais materiais utilizados na indústria, a água e o carvão mineral dos quais se obtêm a energia elétrica para uso individual e coletivo. Bem, mas em se tratando da Natureza, todo cuidado deveria ser dispensado; afinal, já se sabe, ou pelo menos deveríamos saber, as reservas são finitas!
A vida não para, a população continua a crescer, o tempo corre e o progresso para não ficar para trás seguiu o fluxo; mas, aqui no Brasil, só nos demos conta da crise energética lá pelos anos 2000. Foi um chororô só, quando anunciaram que seria preciso racionar energia! Mas, para não ter que pagar pelo excedente, todo mundo seguiu a cartilha do racionamento direitinho! Lâmpadas incandescentes substituídas por fluorescentes, banho contado no relógio, adeus as “chapinhas” e secadores de cabelo, nada de micro-ondas, freezers desligados, ar condicionado só em situações extremas, eletrodomésticos antigos e altos consumidores de energia substituídos por novos com tecnologia sustentável,... enfim, uma longa lista de boas mudanças de hábito.
Mas, como a alegria da Natureza dura pouco, logo após o “susto” do racionamento começaram a ressurgir as notícias da construção de novas hidrelétricas e termoelétricas (que ajudam, mas são de altíssimo custo o qual é repassado nas tarifas aos consumidores), fazendo transparecer que o risco de racionamento havia desaparecido como em um passe de mágica: apagões nunca mais! Voltamos a gastar como antes, ou até pior, e nos esquecemos de olhar para o Meio Ambiente!
Não precisa ser expert em ambientalismo para ver a mudança climática que vem se desenvolvendo ao longo dos anos caracterizada por catástrofes inimagináveis. No caso das águas o desequilíbrio é total, graças ao derretimento das calotas polares, ao aquecimento das aguas oceânicas e a alteração dos regimes pluviométricos em todo o planeta. Já se fala abertamente sobre uma eventual escassez hídrica no mundo; então, sem água não há como produzir energia elétrica.
Por incrível que pareça a decisão sobre o futuro energético do planeta não está apenas nas mãos governamentais, ela está principalmente em nossas mãos, nos nossos hábitos. O governo brasileiro, por exemplo, pode até favorecer a criação de novas fontes de energia elétrica a partir da energia solar e eólica, tão abundantes em nosso território tropical; mas, se não nos conscientizarmos individualmente sobre o modo que estamos conduzindo nosso consumo, nada adiantará, pois estaremos retirando “água da canoa com dedal”!
No final de dois mil e doze a população recebeu a noticia da redução no valor da tarifa de energia elétrica a partir do ano seguinte 1. Agora, já em dois mil e treze, recebemos a notícia de que os reservatórios de água que abastecem as usinas estão muito abaixo dos limites necessários e que a utilização das termoelétricas têm sido inevitável 2. Para fugir da crise econômica mundial, o Brasil precisa movimentar a engrenagem produção e consumo; só que, para tal, depende do equilíbrio na disponibilização da oferta de sua reserva de energia elétrica. Como se configura o quadro atual, talvez só haja êxito se a população for conclamada a fazer sua parte e reduzir o consumo, ou melhor, aprender a consumir apenas o que for estritamente necessário. Entretanto, dessa vez não seria apenas uma medida em curto prazo, mas já se pensado na sustentabilidade do país e da população em médio e longo prazo, porque ou usamos a luz da razão ou ficaremos no escuro graças às trevas da ignorância!


domingo, 6 de janeiro de 2013

Crônica da Semana!!!


Na corda bamba


Por Alessandra Leles Rocha


Uma notícia aqui, outra ali. Fatos ocorridos à luz de nossos olhos. Então, de repente, torna-se impossível não parar para refletir e até se tomar por um sentimento de desânimo e tristeza 1. Apesar de todo ano ser uma caixinha de surpresas, um sobe e desce de emoções e acontecimentos, há certas coisas que não se alteram do ponto de vista prático da vida; compras no supermercado, arrumações na casa, rotina de trabalho,... e o pagamento mensal das despesas fixas (água, luz, telefone, plano de saúde etc.etc.etc.) e dos impostos.
Ah! Os impostos!... Pesquisas já mostraram que nós, brasileiros e brasileiras, despendemos alguns meses do ano em trabalho apenas para o pagamento da elevadíssima carga tributária 2. Pagamos, pagamos, pagamos e no fim das contas vemos tão pouco restituído em nosso benefício 3.
Não sou especialista em economia e finanças; mas, sou boa observadora do que acontece ao meu redor e, talvez, por isso tantas questões me intrigam e ficam sem uma resposta satisfatória. Ano a ano divulgam os órgãos governamentais os índices de inflação do país. Há quem diga que ela está sob controle... 4 Mas, basta uma breve corrida ao mercado para descobrir o “milagre da multiplicação dos preços” de uma semana para outra ou solicitar a visita de um prestador de serviços 5! Então, por que será que a carestia aponta uma elevação bem superior aos dados divulgados?!
Fala-se muito sobre esforços em combater a miséria no país; mas, basta sair dela para perceber o peso da carga tributaria a incidir sobre o cotidiano do cidadão. Cada degrau que se tenta subir na pirâmide social a mordida do fisco fica mais dolorosa, especialmente no que diz respeito ao recolhimento do imposto de renda na fonte 6.  Para começar, desde quando salário significa renda?! Ora, salário é a paga recebida pelo exercício de uma função que visa exclusivamente à manutenção das necessidades básicas do trabalhador (alimentação, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social), não um valor a ser acumulado ao longo do tempo para consolidação de riqueza. Renda, ao meu modo de entender, significa aquilo que representa acúmulo de bem por si só ou por constante valorização ao longo do tempo, como por exemplo: aplicações financeiras, ações na bolsa de valores, imóveis para aluguel. Mas, aqui na terra Brasilis, não há choro e nem vela, mensalmente o desconto do IR está descrito no contracheque e no ano seguinte, o contribuinte ainda é obrigado a fazer uma “declaração de ajuste” para ver se não é possível tirar dele um bocadinho mais. Por essas e por outras, já faz algum tempo que a estratificação social do país vem achatando, ou melhor, fundindo e extinguindo algumas classes 7; com a menor capacidade de contribuição do IR ocorre inevitavelmente uma sobrecarga aos poucos que podem fazê-la 8.
Nessa corrida de gato e rato para se manter nos trilhos, a população só faz exaurir as próprias forças, lutar contra as marés. Não vemos o poder de compra ampliar com segurança, mas vemos a capacidade de endividamento entornar; afinal, sobra mês e falta salário para dar conta do recado. É! Um “recado” que deveria estar sendo oferecido, de forma satisfatória, pelo próprio Estado; pois, não está escrito na Constituição Federal de 1988 que “são direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”, então?! Pagamos dobrado, triplicado, pelo mesmo serviço porque pagamos através dos impostos e de forma direta e individual; por isso, a conta sempre fecha no vermelho.
Até quando equilibraremos a nossa sobrevivência e a do Estado é difícil precisar! A pressão da conjuntura social e econômica do país, bem como do mundo, nos comprime cada vez mais. Já passou da hora de rever as práticas, de sanear as contas, de estancar os desperdícios e de gerir os recursos de maneira responsável para que não havemos de assistir por aqui a explosão de uma “bolha econômica”, como aconteceu nos Estados Unidos e diversos países da Europa 9.




terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Crônica da semana!!!


E quem disse que não há de ser um bom ano?!


Por Alessandra Leles Rocha


E quem disse que não há de ser um bom ano?! É só reparar que chegamos a dois mil e treze sem sinais de chuva, emoldurados por um céu enluarado e muitos, muitos fogos de artifício explodindo em pontinhos coloridos as esperanças. Se for possível enumerar outros bons sinais, os noticiários nos foram “amigos” e trouxeram nesse primeiro dia mensagens bem mais alegres do que tristes!
Sim, ainda estamos nas primeiras vinte e quatro horas; o mundo não mudou de lugar, a vida segue sua rotina, a ressaca nos deixa um pouco mais preguiçosos; mas... mas, a atmosfera parece de fato bem diferente! O novo ano transpira esperança e trabalho!
Ao costumeiro ditado popular “em que o ano no Brasil só começa após o Carnaval”, a exceção tomou lugar à regra! Pelo país afora as cidades deram, hoje, posse a suas novas lideranças no Executivo e no Legislativo 1. Hora de arregaçar as mangas e trabalhar para tornar concretas as propostas que inspiraram a confiança da população!
O salário mínimo, ainda é mínimo, mas chega reajustado de R$622,00 para R$678,00 2. É! Não deixa de trazer esperança de que um dia chegue realmente a satisfazer os quesitos da sua proposição ideal, ou seja, suprir as necessidades básicas (alimentação, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social) do trabalhador e sua família, conforme estabelece a Constituição de 1988 3.
Nas universidades federais as férias costumeiras cederão lugar à continuação de mais um semestre letivo na próxima semana, em razão da desgastante greve do funcionalismo público federal 4. Sai o descanso, entra o estudo; especialmente para aqueles que estavam tão perto de concluir a graduação ainda no ano velho!
Nos canteiros de obras não falta o que fazer! Estádios, aeroportos, hotéis, moradias, escolas, hospitais ... é vida que segue rumo aos grandes acontecimentos dessa década no país 5. A grande engrenagem a movimentar a sociedade e a economia, quando une os diversos segmentos em prol de manter ativo o desenvolvimento e afastar os riscos das intempéries econômicas que continuam a soprar...
E tanta esperança só faz sentido porque várias de suas sementes (pare para fazer uma retrospectiva para identificá-las! 6) germinaram no ano que passou! Então, não havia como chegarmos diferentes nesse novo ciclo! Do micro ao macro houve uma revolução nos pensamentos, nos sentimentos, nos paradigmas, nas ações! É claro que ela não veio sozinha; esperança pede trabalho! Teremos que agir, atuar, nos movimentar em favor das nossas esperanças; mas, isso é genial! Nada daquela rotina maçante, daquele esperar vazio no horizonte. Será um ano de comemoração, de celebração do que a subjetividade de um sentimento múltiplo, como é a esperança, é capaz de materializar na transformação positiva da sociedade, a partir de cada um de seus elementos. Ainda que sejamos “tocados” de modo diferente pelas conjunturas da vida, a síntese será em favor da coletividade, da sobrevivência, do bem comum. Bem vindos a dois mil e treze!


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Adeus Ano Velho!!! Feliz Ano Novo!!!


Um brinde à transformação!!!


Por Alessandra Leles Rocha


Ah! Dois mil e doze se despede! Foi um ano intenso, com as energias pulsando a flor da pele e as conjunturas se reafirmando em favor das transformações conscientes (e inconscientes) dos seres humanos. Por tudo isso seria mesmo uma pena se ele tivesse acabado!
O chacoalhar da humanidade provocado pela crise econômica mundial iniciada acerca de quatro anos começa a mostrar o seu lado bom, o freio drástico nas ações danosas à própria sociedade - consumismo impensado, desperdício excessivo, má gestão, corrupção, descompromisso com a coletividade, enfim...
Sim, o caminho ainda é longo, árduo, espinhoso; mas, dois mil e doze fincou pé nos primeiros passos! Se o que pesou mais foi a ousadia, ou a coragem ou a necessidade é difícil saber; talvez, um pouco de tudo e algumas pitadas a mais de consciência, de reflexão, de olhos bem abertos as sutilezas da vida.
Os ventos da mudança, como cantaram os Scorpions na década de 90 1, voltaram a soprar! Não mais pela queda do muro de Berlim, ou pelo fim do socialismo soviético; agora os ventos sopram por uma mudança que parta de dentro para fora de cada indivíduo, que rompa paradigmas obsoletos, que resgate um modo de viver dotado de simplicidade: simples em ser, em estar, em existir. Uma simplicidade que é objetiva, focada, isenta de subterfúgios, de múltiplas interpretações. Afinal, estamos cada vez mais próximos da escassez de alimentos, das intempéries naturais, da explosão demográfica (apesar de todas as epidemias e guerras!), do fluxo migratório involuntário,...  sem nenhuma garantia de isenção, seja ela política, ou financeira, ou diplomática. Estamos no mesmo barco, ou melhor, sobre a mesma esfera e submetidos aos efeitos diretos e indiretos das próprias ações.
Dois mil e doze verteu e enxugou muitas lágrimas, trouxe esperança em seu sentido maior. Nada de esperança que senta e espera, mas que faz das expectativas uma mola propulsora da razão e, nesse sentido, as perdas de grandes personalidades foram muito significativas. Nos disseram adeus indivíduos tão singulares e ao mesmo tempo convergentes na síntese de seus legados: lições de humanidade, de cidadania, de sabedoria secular genuína.
Então, se o ano passou e deixou esses rastros é porque chegamos ao limite crucial: persistir nos descaminhos que nos conduzirão ao inevitável fim ou virar a página e buscar refazer um conceito moderno e evoluído do nosso senso de humanidade. Não há terceira opção, nem quarta, nem quinta... Não adianta fingir que não entendeu o recado, empacar igual a mula! O Bem é maioria e democraticamente, no silêncio individual das ações, já está batendo o martelo em nome do instinto de sobrevivência.  Sendo assim, solte o corpo, a alma, a vida no fluxo corrente e receba dois mil e treze consciente, disposto, alegre, feliz. Haverá bons e maus momentos como de costume, alguma preguiça, algum desencanto...; mas, nem precisa de promessas, de listas, de mandingas ou de superstição: o importante é que estamos sim, às portas de um ano verdadeiramente promissor, regado de muitas novidades e de muito trabalho, o qual apenas nos pede a simplicidade de arregaçar voluntariamente as mangas. Salve dois mil e treze!!! Um brinde à transformação!!!



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

EDUCAÇÃO: Qual a importância de ensinar a SOLIDARIEDADE às crianças?

Natal Barato e Solidário é no Dona Dorina Outlet Multimarcas


Quem quiser fazer suas compras de Natal aproveitando ótimos descontos e ainda ajudar uma instituição pode encontrar no Dona Dorina Outlet Multimarcas a oportunidade de fazer deste um Natal Solidário.
Com o slogan “Aqui preço baixo tem valor”, a loja chama a atenção para o fato de que 100% da renda é revertida para o atendimento especializado das pessoas com deficiência visual realizado pela Fundação Dorina Nowill para Cegos.
Produtos novos de marcas como Olympikus, Arthur Caliman, Missinclof, Le Postiche, Opanka, Azaléia, Grendene e Líquido podem ser encontradas com até 85% de desconto. O Dona Dorina Outlet Multimarcas oferece boas opções de compras para o fim ano como vestidos de festa, saídas de praia, rasteirinhas, blusas, shorts, além de vales-presente. Junto ao outlet funciona ainda o Ekoa Café, uma oportunidade para saborear um café com massala e repor as energias.

Especial de Natal
Dona Dorina Outlet Multimarcas

Rua Doutor Diogo de Faria, 558. Vila Clementino. São Paulo.
De segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 19h
Aos sábados, das 10h às 14h.



Aquecimento global: das algas para os oceanos, e para todos nós


Podemos sentir diretamente os efeitos das mudanças climáticas. Enchentes, furacões, tsunamis tendem a ficar cada vez mais frequentes, em parte em função do aquecimento global.
Mas os efeitos que nos atingem de maneira indireta não são menos desastrosos. Quando seres como algas são afetados, isso interfere em todos os organismos que dependem delas, que são a base da cadeia alimentar.
Entender exatamente como se dá o prejuízo para as algas, e que causa desequilíbrio em todo o ecossistema, é o que tem pesquisado a professora Fanly Fungyi Chow Ho. No Instituto de Biociências (IB) da USP, uma linha que trata da fisiologia das algas marinhas macroscópicas verifica como elas respondem biologicamente a diferentes condições ambientais.
Por sua experiência na área, a professora representou a USP em setembro no nono Workshop Internacional do Group of Aquatic Primary Productivity (GAP), em Málaga, na Espanha, onde cerca de 100 pesquisadores e alunos de graduação e pós dos cinco continentes se reuniram para estudar o impacto das mudanças climáticas na produção primária marinha. O workshop foi organizado pela Universidad de Málaga e o Instituto Español de Oceanografía, com a participação de membros da Sociedade Internacional de Limnologia
“Já trabalho na área de fisiologia de estresse há 12 anos, mas agora que está se falando muito sobre mudanças climáticas, que são condições de estresse, as pessoas estão acordando com essa visão de que o ambiente e a biodiversidade são importantes”, afirma Fungyi. [...]


Projeto do campus Pontal/UFU oferece pré-vestibular para alunos carentes


A Faculdade de Ciências Integradas do Pontal da Universidade Federal de Uberlândia (FACIP/UFU), em Ituiutaba, realiza desde 2011 o projeto de extensão “Inclusão: Pré-Vestibular Alternativo”.  Trata-se de um cursinho preparatório, voltado para alunos carentes, com objetivo de trabalhar os conteúdos do ensino médio, especificamente voltados para o ingresso na UFU, por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para 2013, devem ser oferecidas 80 vagas, 40 no período da tarde e 40 no período da noite. As inscrições devem ser abertas em fevereiro e será realizada avaliação socioeconômica como critério para a seleção dos estudantes. [...]

Mais informações em http://www.dirco.ufu.br/node/3474 ,  pelo telefone (34) 3271-5272 ou pelo e-mail adriano@pontal.ufu.br

IBC: Matrículas abertas para 2013


Dica literária: HISTÓRIA DA CARICATURA BRASILEIRA


HISTÓRIA DA CARICATURA BRASILEIRA
Luciano Magno
Gala Edições de Arte
528 págs.

Conheça mais sobre a obra em
http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,colecao-resgata-a-historia-da-caricatura-no-brasil,974715,0.htm

Itaú Cultural: GIL70



Celebrando os 70 anos de Gil e seus 50 anos de carreira, o Itaú Cultural inaugurou a partir do dia 12 de dezembro, com entrada gratuita, a exposição GIL70.  A mostra foi concebida e organizada pelo poeta e designer gráfico André Vallias que contou com a colaboração do pesquisador e ensaísta Frederico Coelho, na curadoria.
São ao todo 23 trabalhos apresentados em diferentes linguagens e suportes, como pintura, vídeo, fotografia, escultura e instalação, todos inspirados nas canções de Gil ou dedicados a ele. Vallias e Coelho comentam que GIL70 “convocou um conjunto eclético de artistas que entrelaçam gerações, linguagens, suportes e áreas de atuação da mesma forma que a obra de Gil entrelaça temas, ideias e sensibilidades”. [...]


GIL70

Quarta 12 de dezembro de 2012 a quinta 17 de fevereiro de 2013
terça a sexta, das 9h às 20h
sábado, domingo e feriado, das 11h às 20h.
Entrada franca
Atendimento - E-mail: atendimento@itaucultural.org.br
Fones: 11 2168 1777 / 2168 1776
Avenida Paulista, 149 - São Paulo/SP



UNESCO lança campanha para ampliar cooperação pela água

Lançamento do Dia e Ano Internacional da Cooperação pela Água 2013 da UNESCO no Brasil

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançou ontem (18) a campanha brasileira tanto para o Dia quanto para o Ano Internacional das Nações Unidas de Cooperação pela Água 2013. O lançamento foi anunciado pela diretora da Divisão de Ciências da Água da agência e secretária do Programa Hidrológico Internacional, Blanca Jiménez-Cisneros.
Segundo a UNESCO, a humanidade não pode prosperar sem a cooperação no manejo da água, e o desenvolvimento da assistência pelos recursos hídricos envolve uma abordagem que reúne fatores e disciplinas culturais, educacionais e científicas e deve cobrir diversas dimensões: religiosa, ética, social, política, legal, institucional e econômica. [...]



Economia global corre risco de nova recessão, alerta relatório da ONU


“Um agravamento da crise na área do euro, o ‘penhasco fiscal’ nos Estados Unidos e a desaceleração econômica na China podem causar uma nova recessão global. Cada um desses riscos poderiam causar perdas na produção global de entre 1% a 3%”.
Esse foi o alerta do Diretor da Divisão de Política de Desenvolvimento e Análise do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (DESA), Robert Vos.
Vos é o líder da equipe do DESA que produziu o relatório “Situação Econômica Mundial e Perspectivas 2013”, que teve seu primeiro capítulo publicado ontem (18). O capítulo “Perspectiva Econômica Mundial” afirma que o crescimento econômico global diminuiu consideravelmente durante 2012 e as previsões são que permaneça baixo nos próximos dois anos.
Segundo o documento, a economia global deve crescer 2,4% em 2013 e 3,2% em 2014, uma queda significativa em relação às previsões da ONU há meio ano.
Na raiz da desaceleração econômica global estão as fraquezas das economias desenvolvidas, e essas economias, particularmente aquelas na Europa, estão presas em um ciclo “vicioso de alto desemprego, fragilidade do setor financeiro, e austeridade fiscal”, entre outros problemas, afirma o relatório.
O DESA diz que o desemprego na zona do euro aumentou para um nível recorde de 12% este ano. A economia dos EUA desacelerou significativamente em 2012 e o seu crescimento deve manter-se pequeno, 1,7% em 2013 e as condições deflacionárias continuam a prevalecer no Japão.
Sobre o Brasil, o relatório ressalta que o país registrou declínio nas exportações no segundo semestre de 2012. O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina e Caribe desacelerou notavelmente este ano, principalmente pela diminuição das exportações na região. Com a possibilidade de uma nova crise, a expectativa é de retorno às taxas de crescimento econômico moderado, liderado, segundo o documento, pelo desempenho mais forte da economia brasileira.

Arroz doado pelo Brasil chega a Cuba


O Programa Mundial de Alimentos da Nações Unidas (PMA) anunciou hoje (19) a chegada a Cuba de 25 mil toneladas de arroz doadas pelo Governo do Brasil cujos custos de transporte foram cobertos pelo Governo de Cuba. O arroz doado a Cuba será usado em programas de proteção social com foco em segurança alimentar e nutricional por todo o país.
A doação, que chega a bordo do navio MV Nahide e será descarregada nos portos de Havana e Santiago de Cuba, faz parte de um fundo de 710 mil  toneladas de alimentos criado pelo Brasil em 2011 para apoiar as operacões do PMA em nível mundial.
Motivado por um espírito de fraternidade, o Brasil faz doações em alimentos enquanto Cuba cobre os custos de transporte e armazenamento, que para esta carga atingiu 2,7 milhões de dólares, sendo a primeira vez que o Governo de Cuba participa do processo. Além disso, Cuba é doador do PMA há mais de 12 anos, responsável por uma contribuição anual de 2,500 toneladas de açúcar.
“Estamos muito agradecidos ao Governo e ao povo do Brasil por esta contribuição”, disse o Diretor Regional do PMA, Gemmo Lodesani, ao concluir uma visita oficial à ilha. O Brasil vem desempenhando um papel cada vez maior na assistência humanitária e esta nova doação confirma o compromisso do país com os que mais necessitam. A generosidade de Cuba, compartilhando com o que tem, é também admirável,” acrescentou.
Brasil já doou cerca de 300 mil toneladas de alimentos para 35 países através do PMA desde 2011. Suas contribuições aumentaram de 1 milhão de dólares em 2007 para mais de 82 milhões de dólares durante 2012, tornando esta nação sul-americana uma das dez maiores doadoras do PMA.


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Promessas de Ano Novo: deixar os armários organizados!!!


O Centro de Visitantes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro recebe a exposição Ilustração Botânica

ilustração botânica

O Centro de Visitantes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro recebe a exposição Ilustração Botânica, de 5 a 26 de dezembro, das 8h às 17h.
A exposição conta com mais de 30 trabalhos em aquarela dos alunos do curso de Ilustração Botânica da Escola Nacional de Botânica Tropical. Os quadros expõem a beleza e os detalhes de diversas espécies de flores e plantas. A mostra conta com a organização dos professores Malena Barreto e Paulo Ormindo.
O acesso ao Centro de Visitantes se dá pela Rua Jardim Botânico, 1008. Entrada gratuita.