terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Em busca de um modelo esportivo adequado para crianças vulneráveis


Não basta entregar uma bola de futebol, dividir as crianças em dois times de 11 e esperar que todos os benefícios físicos e sociais do esporte aconteçam automaticamente. É preciso ter um projeto pedagógico que permita que jovens colham tudo de positivo que o esporte pode gerar.
Essa é a constatação de Carla Luguetti, doutoranda da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, em busca de um modelo que possa ser aplicado a jovens em situação de vulnerabilidade social. Mais do que torná-los atletas de desempenho, o principal objetivo é fazer com que o esporte os torne bons cidadãos e contribua para sua formação pessoal. [...]

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