sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

"Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo, que tudo se realize no ano que vai nascer..."

Ano Novo... quase um “zerar existencial”???

Por Alessandra Leles Rocha

            Muitas pressões, muitos desafios, muitas obrigações, e os trezentos e sessenta e cinco dias se fazem parecer insuficientes aos pobres mortais. Stress a flor da pele, línguas dependuradas para fora, suor vertendo em bicas pelo corpo, olhos cansados à espera de um milagre restaurador, uma segunda chance para reescrever tudo aquilo que não foi tão perfeito quanto se esperava. Então, ao invés de sinos badalados por arcanjos e serafins, é o relógio companheiro da humanidade que dispara o cronômetro e oferta novamente o tempo para os seres humanos.
         Tanta expectativa, preparativos, para no fim das contas o novo se traduzir num simples mover de ponteiros. É! Coisas da vida! Transformamos tudo em festa para fazer um afago à própria alma, para nos deixar um cadinho só mais felizes, mais crédulos de esperança. Porque viver é ato contínuo, sem pausas, uma linha que segue fazendo curva, fazendo graça, fazendo hora; mas, sempre em busca de algum dia encontrar seu ponto final.
         Como seres imperfeitos que somos é certo que os trezentos e sessenta e cinco dias parecem migalha, quando olhamos para trás e vemos tanta coisa incompleta, mal feita ou por fazer. E justamente pelo fato de encontrarmos tanta dificuldade em assumir nossa imperfeição humana é que tudo isso nos tira do sério e nos desespera em buscar uma “fórmula mágica” para resolver tantas pendências. Voltar atrás, impossível! Parar o tempo, nem se fala! Então, o jeito é contar com a benevolência divina e esperar do Criador a benesse de mais milésimos de segundo na conta da vida.
         Cada um faz sua lista de ano novo; promessas, sonhos, metas... quase um “zerar existencial” para dar vazão ao ressurgimento de um novo ser. Nem sempre esse encontro com o espelho da alma reflete o desejo de se tornar um ser melhor; mas, para muitos esse é o propósito mesmo que sabidamente seja tarefa árdua concretizar. Por mais receio que os seres humanos tenham diante da mudança, o ano novo sempre consegue romper esse paradigma e tornar mais ameno e agradável o pensamento sobre ela. O novo que assusta é também o que encanta e faz sonhar. Ele chega repleto de vitalidade, da força do agora, e tal qual uma criança só espera por nos dar as mãos e correr desbravador pelos caminhos. Fugaz como o ar ele nem se preocupa com seu prazo de validade, apenas em compartilhar conosco suas emoções. O melhor de tudo é que o novo não nos obriga, não nos impõe, apagar as memórias e os diários do passado; afinal, quando menos se espera, ele já compõe essas páginas.
         De novidade em novidade os anos vão se escrevendo, contando suas aventuras e desventuras, esperando serem lembrados ou esquecidos, satisfazendo a alma ou deixando um gostinho de quero mais; mas, sempre, nos dando a dimensão exata do quanto conseguimos nos aprimorar ou não. Inclusive, isso é fácil de perceber quando as pessoas no fim do ano confessam seu fracasso diante do não cumprimento das suas listas de ano novo. É certo que na vida nem tudo está em nossas mãos, que contamos com variáveis distintas a todo o momento nos ajudando ou boicotando as funções; mas, a nossa disposição individual em lutar, em dar de si o melhor, não pode esmorecer.
         A passagem do ano é meramente uma divisão didática do nosso próprio tempo, um retrato macroscópico da nossa vida, de algo que nos pertence, que somos diretamente responsáveis. Então, não se pode esperar que o ano se torne novo, transformado, diferente, por conta dele mesmo! É de mim, de você, de cada um que deve explodir fogos de felicidade! De nossas almas é que deve emergir a visão consciente do que há para ser feito no sentido de mudar, não apenas através da luz de nossos olhos. Uma ousadia inquietante deve borbulhar como espumante em nossas mentes até nos inebriar ensandecidos por uma vida menos blasée e mais intensa, mais produtiva, mais viva. Não adianta a festa rolar do lado de fora, enquanto por dentro estivermos presos ao que não foi, ao que poderia ter sido. Trezentos e sessenta e cinco dias estão ao alcance de suas mãos, um baú repleto de infinitas possibilidades de ser, agir, pensar, produzir,...  lhe é ofertado. Não o deixe escapar, não conte com a sorte porque ela pode ser imprevisível!!!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Uma boa meta para 2011!!!

O uso das palavras

Por Alessandra Leles Rocha

      E como fala o ser humano! Se aproveitasse bem o uso das palavras o mundo, certamente, estaria muito melhor! Com a primeira década de dois mil se despedindo, nada mais conveniente sobre refletir frente ao palavrório dispersado e desperdiçado por cada um de nós até então; para quem sabe, começar dois mil e onze expressando vocábulos mais edificantes, mais sinceros, mais profundos, mais éticos, mais fraternos.
      Há tempos que o trivial da comunicação no contexto de uma boa convivência social desapareceu. Palavras mágicas acompanhadas da parceria inconfundível das boas maneiras foram postas de lado em nome de uma modernidade, que de fato é simplesmente indelicadeza e falta de educação. “Com licença”, “Por favor”, “Muito obrigado”, “Bom dia”, “Me desculpe”, etc.etc.etc. não dispõem de prazo de validade, são atemporais, são reflexos dourados da racionalidade humana, da capacidade indiscutível de bem viver com os semelhantes; nada de tempo, de modismo, de estilo.
      Pena, que ao abrir a exceção para elas, outras tantas palavras alçaram voo pela imensidão e deixaram mais pobre a alma humana. Transformaram a eloquência em espécie vulgar de padrão simplório e altamente restrito; linguagem corruptora da beleza da língua pátria versada na despretensão da pressa tecnológica em ser mais do que agente comunicador. Tudo deve ser prático, objetivo, sem requintes de detalhes, um pingo de fato deve significar algo para essa gente tão assoberbada!
      E de tanto restringir, aprender a nos expressar em cento e quarenta toques, abusar dos símbolos e das imagens, amordaçamos a mente e a alma. Qual não é a queixa de milhões de seres humanos quando o assunto é falar? Falar sozinho, em casa, com amigos, no trabalho, na rua, com o papel... simplesmente falar, tornou-se uma barreira intransponível, um silêncio eloquente que cria abismos e lacunas entre as pessoas; sobretudo, porque quando o assunto é sério, profundo, envolve sentimentos, o falar exige submergir além da camada superficial.
      Falamos pelos cotovelos tudo o que não afeta diretamente quebrar a blindagem que nos protege; mas, nos emudecemos quando o assunto é revelar quem somos, o que pensamos, o que queremos, o que planejamos, o que guarda a nossa própria alma imperfeita. Por isso, o mundo tem encontrado tanta dificuldade em falar da saudade, do amor, da amizade, da paixão, da igualdade, da liberdade, da fraternidade,... da vida com a verdade que ela anseia tanto por escutar. E dizer com verdade, não significa açucarar as palavras e mostrar seu lado mais bonito; dizer com verdade é encarar, com tudo de bom, ruim ou mais ou menos que o pacote contenha, mas libertar-se dos pesos e sentir a leveza mais fantástica dos sentidos.
      Assim, quando os relógios badalarem por doze vezes na passagem de trinta e um de dezembro para primeiro de janeiro do novo ano, que o mundo ecoe todas as palavras capazes de simbolizar o belo, o justo e o sagrado para a humanidade; tecendo delicadamente uma aura de paz, de amor, de justiça sobre os homens. Ao longo de todo o novo ano, sejamos mais prudentes e sensatos ao fazer uso das palavras, pois uma vez pronunciadas elas se perdem no vento e sobre elas não temos mais controle. Portanto, dialogar sempre, esse é o princípio das relações sociais; mas, fazê-lo com sabedoria e discernimento para que todos os dias venham coroados de grandes e profícuas realizações à humanidade.
     

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Iluminando os caminhos da humanidade!

A vela ou candeia é uma fonte de luz que consiste tipicamente num pavio inserido num combustível sólido, tipicamente cera. A função do pavio é ser queimado no intuito de produzir fogo, e este, por sua vez, iluminar o ambiente. Além da cera, existem outros combustíveis que podem ser utilizados, como o azeite e outros óleos vegetais.
A vela é uma fonte de luz utilizada desde tempos remotos, quer na sua forma simples ou acopladas em lanternas, utilizadas muito antes da descoberta da lâmpada e outros sistemas de iluminação eléctricos.


Desde tempos antiquíssimos o fogo tem sido fonte de luz, calor e símbolo de conforto para o homem. Sempre representou o poder do bem.
A Mitologia Grega nos conta, que Prometheu roubou o “fogo” sagrado dos deuses para animar sua criação que havia moldado em argila. Isto pode interpretar como o despertar da consciência do homem que, a partir desse momento, tornou-se suficiente para poder raciocinar e filosofar sobre sua existência.
O homem aprendeu a cozinhar os produtos animais que caçava e verificou que assim se tornavam mais saborosos. Mais tarde percebeu que as gorduras que derretiam dessa cocção eram inflamáveis e emitiam assim uma LUZ melhor e, ainda, que uma fibra embebida nessa gordura, retardava a combustão e lhe dava uma iluminação mais intensa do que o fogo da queima da lenha. Assim, provavelmente, então, nasceu a VELA.
O fogo sempre esteve presente em todos os templos antigos e venerado como uma das manifestações de Deus. No centro de cada Templo da Antiguidade existia um Altar onde eram queimadas dádivas destinadas a conquistar a simpatia dos deuses, prestando a devida compensação por faltas cometidas, pois no raciocínio primitivo dos antigos, cada falta devia ser compensada pela perda de um bem material.
Assim, sacrificavam animais ou produtos da colheita sujeitando-se a um prejuízo material. Com o advento do cristianismo, que determinou a proibição desse sacrifício, este foi substituído pela missa e o fogo pelas VELAS.


A beleza misteriosa do Fogo deixam as pessoas encantadas desde a pré-história.
Desde o surgimento das velas que o Cristianismo, em todo o mundo, utiliza a graça de suas luzes para uma parte dos mistérios da Fé.
Jesus disse: “Eu sou a Luz do mundo”
 “Deixem brilhar vossa luz diante dos homens, que eles possam ver suas boas ações
e elogiar o seu Pai no céu”.
As velas fazem parte no santuário, sobre os altares, simboliza a vida e lembra-nos da Luz do Homem; Jesus!
No altar, existem duas velas, uma simboliza Jesus e a outra Deus!
A Luz tem sido um importante símbolo deste Messias, a partir do momento em que a estrela brilhou a leste, e levaram os sábios de Belém.
Diz a lenda, da criança a procura de um lugar para ficar na véspera de Natal. E uma família colocou velas em suas janelas como um sinal de boas vindas para esta criança de rua.
Na mesma noite, o pequeno estranho se aproximou a porta desta família e teve um local para passar o Natal. Desde então as velas de Natal são parte fundamental da decoração natalina, recordam-nos as boas-vindas a Cristo criança em nossos corações mais uma vez.
Faça na sua casa, a decoração das velas e acenda quantas puder, com muita cautela é claro, e sua noite de festa vai trazer Luz e paz nos corações.
FELIZ NATAL!




Brasil tem cerca de 60 cães-guia para 1,4 milhão de cegos, segundo ONGs

21/04/2010 07h22 - Atualizado em 16/11/2010 12h36
Luciana Rossetto Do G1, em São Paulo
Filas de espera para receber animal são de tempo indeterminado.
Trazer cachorros do exterior é alternativa para quem pode pagar.
O deficiente visual que pensa em trocar a bengala por um cão-guia tem duas alternativas no Brasil: aguardar pacientemente na fila de espera de uma ONG por tempo indeterminado ou comprar o animal fora do país. O número reduzido de cães-guia no Brasil é um reflexo da dificuldade que existe para conseguir um animal treinado. Para se ter uma idéia, há 1,4 milhão de deficientes visuais no país, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia; e cerca de 60 cães-guia, segundo ONGs.


Saiba mais em:



ONG "Todo Bicho", de Pirassununga/SP.



João Batista sendo entrevistado por Luciano Huck no Lata Velha do Caldeirão do Huck

NESTE último sábado (23/10/2010) quem levou para casa um carro transformado no Lata Velha do Caldeirão do Huck foi um amigo dos cachorros.
Criador da ONG “Todo Bicho”, João Batista é de Pirassununga, interior de São Paulo, e cuida com carinho mais de 100 cães abandonados na região.
Tudo com a ajuda de amigos e seu próprio esforço, já que seu salário como segurança de um estacionamento durante o período da noite não rende valor suficiente para manter essa cachorrada toda.
PARA ganhar a transformação da sua lata velha, um instrumento útil na hora de recolher os bichos na rua, João teve que imitar ninguém menos do que Raul Seixas e cantar “Maluco Beleza” no palco do Caldeirão.
Pronto! Sua imitação rendeu a transformação da sua Belina 1980 e ainda uma super ajuda do programa para divulgar seu trabalho e encontrar tutores para os bichos.
VOCÊ não conseguiu assistir o Caldeirão do Huck com o João, o dedicado cuidador de cachorros?
Então clique na imagem de abertura e confira a primeira parte do quadro Lata Velha. Agora, se você quer adotar algum dos cães da ONG “Todo Bicho”, criada pelo João, clique aqui.

Unimaginable 90'' - Encontre-se em São Paulo


Sampa, a Pauliceia Desvairada é um convite ao inusitado, ao sonho de olhos bem abertos.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Símbolo do Amor, ele é um grande representante do Natal!!!

Origem do Panetone

Conta-se que no século XV, um jovem morador de Milão apaixonou-se pela filha de um padeiro.
 Porém o pai não era muito de conversa e não aceitava tal namoro, diante da situação o jovem resolveu se disfarçar de ajudante de padeiro e criou um pão doce.
Esse pão era diferente, com frutas saborosas e de um tamanho fora do normal para época, ganhou destaque na padaria também por ter uma forma de uma cúpula de igreja.
O jovem disse que o autor da receita foi Toni, pai da moça.
Foi notável o crescimento de clientes, pedindo principalmente pelo “
pão de Toni”.
O nome deste pão doce sofreu algumas modificações durante o tempo até chegar ao que é hoje: panetone.
Existem outras duas versões sobre a história do panetone. Uma dela diz que ele foi inventado pelo mestre-cuca Gian Galeazzo Visconti, primeiro duque de Milão, que preparou a iguaria para uma festa em 1395.
A última versão conta que um certo Ughetto resolveu se empregar em uma padaria para poder ficar pertinho da sua amada Adalgisa, filha do dono.
Ali ele teria inventado o Panetone, entre 1300 e 1400.
Feliz com a novidade, o padeiro permitiu que Ughetto se casasse com Adalgisa.
A partir da receita tradicional surgiram o chocotone e a colomba, sem falar das variações feitas a partir de suas tenras fatias, como é o caso do pudim e do biscoitinho frito de panetone.







Nas entrelinhas da 7ª Arte você pode encontrar bem mais do que magia e emoção

Título original: Up
Lançamento: 2009 (EUA)
Direção: Pete Docter
Duração: 96 minutos
Gênero: Animação
O enredo conta as aventuras que Carl (um idoso viúvo com seu sonho de se mudar para o magnífico Paraíso das Cachoeiras, na América do Sul) enfrenta ao conhecer Russel (um garoto escoteiro amante da natureza com seu sonho de protegê-la), Muntz (o explorador difamado buscando restabelecer sua reputação), Kevin (a ave tropical) e Dug (um golden retriever falante).

IAS - Senna News - Novembro / Dezembro - 2010


Premiére de SENNA
e lançamento Hublot Ayrton Senna


 

O cinquentenário do tricampeão mundial de F1 foi marcado por uma dupla homenagem, no dia 3 de novembro, no Cinemark Bradesco Prime do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo: o lançamento da coleção de Relógios Hublot Ayrton Senna e a première do documentário SENNA, produzido pela Working Title e Universal e distribuído no Brasil pela Paramount Pictures. O lançamento do filme, no Brasil, teve o patrocínio do Bradesco e Embratel.
A pré-estreia contou com a presença de Bruno Senna, Felipe Massa, Raul Boesel, Émerson Fittipaldi, Mano Menezes, Reginaldo Leme, Gilberto Kassab, Xuxa Meneghel, Chico Pinheiro, Priscila Fantin, dentre outros. Também estiveram presentes no lançamento o sócio-diretor da Working Title, Eric Fellner; o diretor Asif Kapadia; o roteirista Manish Pandey e os produtores James Gay-Rees e Tim Bevan.
Na mesma noite, foi lançada a coleção de relógios Hublot Ayrton Senna. Também prestigiando os lançamentos, o diretor mundial da Hublot, Ricardo Guadalupe, destacou: "Esta é a terceira edição de relógios inspirados na vida de Senna e parte dos royalties será revertida ao instituto, uma parceria que espero que dure por muitos anos".

7ª Ayrton Senna Racing Day encerra
comemorações dos 50 anos do tricampeão


A 7ª edição da Ayrton Senna Racing Day reuniu 6.200 atletas que, mesmo debaixo de muito sol e calor, enfrentaram o percurso do Autódromo de Interlagos, no domingo (5/12). Além da emoção de correr pela pista, passando pela curva do S, até a subida para a reta dos boxes, os corredores encontraram várias atrações, como o Espaço Ayrton Senna, onde estavam expostos o capacete dourado comemorativo aos 50 anos, o macacão usado por Senna na McLaren, seu primeiro kart, capacetes usados na F1, miniaturas dos carros que ele pilotou, fotos e vídeos que relembravam a trajetória vitoriosa do ídolo.
Com patrocínio master do Grupo Bradesco Seguros, a 7ª ASRD encerrou as comemorações no Brasil em homenagem ao tricampeão que, em 2010, completaria 50 anos.

McGregor lança coleção Ayrton Senna 50 anos

A McGregor, grife esportiva que patrocina a escuderia Willians, lança, no mês de dezembro, em parceria com o Instituto Ayrton Senna, uma coleção de roupas esportivas, com camisetas, casacos e jaquetas, em homenagem aos 50 anos do tricampeão mundial de F1. São vinte peças inspiradas na carreira de Senna. A coleção estará à venda na Holanda, Inglaterra, Alemanha, Itália, Portugal e no site da grife: www.mcgregor-fashion.com
Os 100% dos royalties da venda desses produtos serão revertidos aos programas educacionais do Instituto Ayrton Senna.

Senninha chega ao mercado de brinquedos

 

Idealizado pelo próprio Ayrton Senna, o personagem Senninha virou brinquedo para divertir as crianças. Lançado neste Natal pela empresa Brinquedos IFA, em comemoração aos 50 anos do tricampeão, o boneco mede 24 cm e é confeccionado com vinil de alta qualidade. Por ser apaixonado por carros de corrida, Senninha vem com o uniforme vermelho de piloto e fala 20 frases como: “Vamos brincar de carrinho?”, “Gosto de correr com chuva” ou “Foi dada a largada”.
O brinquedo já está à venda em lojas de todo o Brasil ou pela www.sennastore.com.br. Quem comprar o boneco também contribui com os programas educacionais do Instituto Ayrton Senna, pois os 100% dos royalties de licenciamento das marcas Senninha e Ayrton Senna são revertidos à instituição.

SuperAção Jovem mostra mais uma vez que o jovem é solução


O Circuito Ayrton Senna de Juventude 2010 reuniu cerca de 200 alunos de 7ª e 8ª séries em São Paulo, no dia 29 de novembro. Vindos de todas as regiões do Estado, os jovens foram escolhidos por seus colegas como representantes de suas escolas e de cerca de 26.000 alunos, tanto da rede estadual paulista como da rede municipal das cidades de Bebedouro, Itatiba e São Roque, parceiras do Instituto na implementação do programa SuperAção Jovem. Ao longo do ano, todos mostraram muita garra, dedicação, souberam trabalhar em equipes e superaram desafios com leitura, matemática e também no convívio com seus pares e professores.
Os jovens realizaram 1246 projetos de melhoria da escola ou comunidade e leram cerca de 60 mil livros por vontade própria. O destaque do evento foi a banda de pop-rock “Cine”. Com um show animado, oferecido aos jovens presentes, os músicos mostraram que também podem colocar o que sabem fazer de melhor a serviço da causa da Educação.

Cidadania: Dez dicas para montar uma residência ambientalmente correta

Veja dez dicas para montar uma residência ambientalmente correta:
1 - Madeira
Prefira a madeira como acabamento, piso e estrutura, pois ela apresenta menor impacto ambiental se comparada ao ferro e ao alumínio e é um recurso renovável e de alta resistência. No entanto, fique atento à sua procedência. Cheque se ela possui o selo FSC (Forest Stewardship Council, em inglês, que garante um manejo sustentável) ou peça para ver o Documento de Origem Florestal (DOF) ou a Guia Florestal (GF) - ambos uma espécie de RG da peça. Em caso de dúvida, opte pelo MDF ou outros aglomerados de madeira. Apesar de exigirem monocultura de pinus e eucalipto, espécies usadas na fabricação dos conglomerados, cerca de 40% de toda sua produção no país possui certificação FSC.
2 - Móveis usados
Antes de procurar mobiliário novo, garimpe em antiquários e em vendas de garagem conhecidas por "família vende tudo". De modo geral, reutilizar exige menos da natureza, pois a peça já foi produzida. Isso também é válido para quem quer renovar o mobiliário já existente. Muitos antiquários aceitam trocas de peças, às vezes, sem cobrar nada. Apenas é necessário levar a mobília para a loja.
3 - Área externa
Se a residência é uma casa, é recomendável que o chão da área externa seja recoberto por pedriscos, gramado ou por materiais que permitam a penetração de água na terra. Evite revestimentos, como o cimento, que impermeabilizam o terreno. Favorecer a infiltração de água no solo ajuda na absorção da chuva evitando enchentes, principalmente, em grandes cidades.
4 - Plantas
Cultive plantas. Manter plantas dentro de casa, na varanda ou no quintal ajuda no conforto térmico da cidade. Além disso, elas consomem o dióxido de carbono (CO2), um dos gases causadores do efeito estufa, realizando o famoso "sequestro de carbono". Porém, dê preferência para plantas provenientes de sua região, evitando as chamadas "exóticas" - elas podem se tornar uma praga para o ecossistema local. Na dúvida, pergunte para a Secretaria de Meio Ambiente do município quais são as plantas endêmicas e, também, as indicadas para serem colocadas no quintal ou na calçada. Plantar a vegetação correta evita, por exemplo, que as raízes destruam o asfalto ou danifiquem a fiação elétrica.
5 - Reutilize a água
Existem diversos sistemas que permitem, principalmente, captar a água da chuva e reutilizar a água da residência - como a do banho. Geralmente, a água da chuva é captada no telhado e desviada para ser armazenada em grandes recipientes. Essa água pode ser usada para lavar a calçada, carros, etc. Com relação à água do banho, segundo a Sabesp, o registro meio aberto de uma ducha por 15 minutos consome 135 litros de água. Essa água pode ser desviada para um reservatório após passar por filtros e tratamentos. Em seguida, ser utilizada nos vasos sanitários, por exemplo.
6 - Energia elétrica
Ao adquirir eletroeletrônicos verifique qual o consumo de energia deles. Todos os aparelhos comercializados no Brasil possuem uma tabela com letras, por ordem alfabética, de "A", que significa mais eficiência energética, até "E", pior desempenho. Além disso, alguns produtos possuem o Selo Procel de Economia de Energia, concedido pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME). O Selo Procel indica os produtos que apresentam melhores níveis de eficiência energética dentro de sua categoria, ainda mais indicado que o "A".
7 - Tecidos
Opte por revestimentos de mobílias - como sofás, poltronas, cadeiras, pufes - de fibra natural como de bambu, de bananeira, seda, algodão, juta e linho. Quando descartados, todos se decompõem mais rapidamente do que, por exemplo, o poliéster - um tipo de plástico. Melhor ainda seria optar por tecidos que não foram tingidos, em sua cor original.
8 - Entulho
Qualquer reforma ou construção gera entulho. Em vez de despejar o material em vias públicas - que é expressamente proibido - ou jogá-lo em lixões e aterros, saiba que é possível reaproveitá-lo. Algumas empresas que comercializam pedras aceitam como doação pias ou pedaços de granito ou mármore. Com relação ao destino de outros materiais, algumas cidades possuem pontos de coleta que destinam o entulho para a reciclagem. Vale entrar em contato com a prefeitura, em busca desses locais, antes de despejá-lo sem cuidado. São Paulo, por exemplo, têm os Eco Pontos onde qualquer pessoa pode levar os resíduos da construção que, depois, serão reciclados. Osasco, na Grande São Paulo, possui uma usina de reciclagem que recebe entulho de pequenas reformas e construções.
9 - Iluminação
Vai trocar as luminárias ou instalá-las no imóvel novo? Dê preferência para lustres e abajures que usam lâmpadas fluorescentes ou Leds. Segundo estudo realizado pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), as lâmpadas fluorescentes chegam a ser 79% mais econômicas que as incandescentes - também geram 70% menos calor, reduzindo a necessidade de ar-condicionado ou ventilador. Com relação ao emprego de Led, fabricantes afirmam que a economia com relação à incandescente pode ser de 80%. Porém, cuidado com o descarte, principalmente, das fluorescentes. Elas possuem mercúrio em sua composição, o que pode contaminar o meio ambiente. Alguns fabricantes e lojas recebem as lâmpadas destinando para a reciclagem. Por fim, pinte o teto e as paredes internas com cores claras que ajudam a refletir a luz. E, assim, diminuem a necessidade de iluminação artificial.
10 - Utensílios
Opte por utensílios domésticos que agridam menos o meio ambiente. Como por exemplo, use potes de vidro no lugar do tapeware de plástico, prefira vassouras feitas com madeira certificada, escolha vasos de cerâmica do lugar dos feitos com plástico, entre outros. Sempre, antes de adquirir qualquer produto, reflita sobre qual matéria-prima foi empregada em sua fabricação. Conserve os objetos e lembre-se que você faz parte do meio ambiente.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Crônica

De um jeito ou de outro...

Por Alessandra Leles Rocha

            Nem sempre os caminhos são linhas retas. Nem sempre o céu ostenta majestoso o brilho das estrelas. Nem sempre os ventos sopram ternos como os acordes dos anjos celestiais. Nem sempre as águas correm no seu curso predestinado; mas, ainda sim, elas hão de se entregar aos braços do mar. Lições simples e primordiais para desenhar os contornos daquilo que se chama viver. Sim! “Há mais mistérios entre o céu e a Terra do que sonha nossa vã filosofia” 1.
            Viver é uma aventura desesperada por segurar com as próprias mãos um punhado de areia. Por mais que se tente, se exaspere cada diminuto grão se esvai entre os dedos no afã de construir sua própria história, cumprir a sina de seu próprio destino. É a nossa ânsia por uma gota sequer da etérea e sedutora segurança. É preciso deter, controlar, domar os fios do inesperado, manter, mesmo que por sonho, um pouco daquele poder supremo, o qual se encontra guardado a sete chaves em mãos superioras.
            É difícil aceitar que não estamos aqui a passeio, apenas para usufruir do bom e do melhor, ser feliz em plenitude. Não temos o poder, porque nem sempre querer é poder. Nossa ignorância existencial é bastante providencial! É preciso provar do doce e do amargo, da dor e da saúde, da vitória e da derrota, da alegria e da tristeza,... subir e descer para quiçá um dia conseguir refletir além do espelho um ser melhor, mais apto, mais compromissado consigo e com o mundo. Por isso damos voltas, giros, rodopios, muitas vezes para conseguir enxergar o que estava bem diante dos próprios olhos. Facilidade demais causa desconfiança! Bom mesmo são os desafios! Bom mesmo é se por a prova, arriscar, ousar, experimentar o sabor do próprio limite.
            Embora existam muitos viventes padecendo de um lamentável fastio crônico, o retrato que se revela pelas janelas da vida é a mais pura efervescência de dinamismo. A ampulheta não tarda em transpor as suas areias de um lado para outro; tudo é rápido, fugaz. Imagino se o coelho, da história de Alice2, vivesse no turbilhão da contemporaneidade; o pobre, já teria sucumbido aos apelos de sua pressa inveterada! Nesse chacoalhar frenético, aos solavancos da vida, os tortuosos caminhos vão se escrevendo e apresentando as faturas; ora, de baixo custo em razão de termos conseguido resolver as missões em curto prazo e sem grandes rodeios, ora, de elevadíssimo custo em razão dos desvios, dos obstáculos, de muito tempo perdido na busca pela saída perfeita do grande labirinto. Importante nesse contexto é a consciência plena e em paz de termos conseguido ofertar sempre o nosso máximo, o nosso melhor.
            No grande livro da vida, mantido distante do alcance de nossas mãos e olhos por razões óbvias, onde se registram nossos passos e se determinam os mistérios da nossa brevidade humana, lá e somente lá as peças do quebra-cabeça fazem sentido. É no grande livro da vida que todos os por quês são respondidos de forma satisfatória e contundente. Um livro que não se lê; mas, se escreve, se vive cada história. Um livro cuja compreensão ampla e irrestrita apenas acontecerá quando a última palavra for impressa, o ponto final se desenhar através da sombra do fechar de nossos olhos para esse mundo. De um jeito ou de outro, será na imensidão azul da eternidade que romperemos com nossa ignorância e vestiremos o manto sagrado que todas as lições vividas tiveram tempo para tecer; que tudo deixará de ser mistério para ser simplesmente verdade e luz.


1 http://frases.netsaber.com.br/frase_5211/frase_de_william_shakespeare
2 http://pt.wikipedia.org/wiki/Alice_no_Pa%C3%ADs_das_Maravilhas

Caricatura - o exagero da expressão artística!!!

Caricatura é um desenho de um personagem da vida real, tal como políticos e artistas. Porém, a caricatura enfatiza e exagera as características da pessoa de uma forma humorística, assim como em algumas circunstâncias acentua gestos, vícios e hábitos particulares em cada indivíduo.
Historicamente a palavra caricatura vem do italiano caricare (carregar, no sentido de exagerar, aumentar algo em proporção).
A caricatura é a mãe do expressionismo, onde o artista desvenda as impressões que a índole e a alma deixaram na face da pessoa.
A distorção e o uso de poucos traços são comuns na caricatura. Diz-se que uma boa caricatura pode ainda captar aspectos da personalidade de uma pessoa através do jogo com as formas. É comum sua utilização nas sátiras políticas; às vezes, esse termo pode ainda ser usado como sinônimo de grotesco (a imaginação do artista é priorizada em relação aos aspectos naturais) ou burlesco.










O que é o Folclore?

Folclore é um gênero de cultura de origem popular, constituído pelos costumes e tradições populares transmitidos de geração em geração. Todos os povos possuem suas tradições, crendices e superstições, que se transmitem através de lendas, contos, provérbios, canções, danças, artesanato, jogos, religiosidade, brincadeiras infantis, mitos, idiomas e dialetos característicos, adivinhações, festas e outras atividades culturais que nasceram e se desenvolveram com o povo.
É comemorado no dia 22 de agosto.
A Carta do Folclore Brasileiro, em sintonia com as definições da UNESCO, declara que folclore é sinônimo de cultura popular e representa a identidade social de uma comunidade através de suas criações culturais, coletivas ou individuais, e é também uma parte essencial da cultura de cada nação.
Deve-se lembrar que o folclore não é um conhecimento cristalizado, embora se enraíze em tradições que podem ter grande antiguidade, mas transforma-se no contato entre culturas distintas, nas migrações, e através dos meios de comunicação onde se inclui recentemente a internet. Parte do trabalho cultural da UNESCO é orientar as comunidades no sentido de bem administrar sua herança folclórica, sabendo que o progresso e as mudanças que ele provoca podem tanto enriquecer uma cultura como destruí-la para sempre.



A Arte da Renda de Bilros

A renda de bilros é realizada sobre uma almofada dura, o rebolo, cilindro de pano grosso, cheio com palha ou algodão, cujas dimensões dependem da dimensão da peça a realizar, coberto exteriormente por um saco de tecido mais fino.
A almofada fica sobre um suporte de madeira, ajustável, de forma a ficar à altura do trabalho da rendilheira.
No rebolo, é colocado um cartão perfurado, o pique, onde se encontra o desenho da renda, feito com pequenos furos.
Nos furos da zona do desenho que está a ser realizada, a rendilheira espeta alfinetes, que desloca à medida que o trabalho progride.
Os fios são manejados por meio de pequenas peças de madeira torneada (ou de outros materiais, como o osso), os bilros.
Uma das extremidades do bilro tem a forma de pêra ou de esfera, conforme a região. O fio está enrolado na outra extremidade.
Os bilros são manejados aos pares pela rendilheira que imprime um movimento rotativo e alternado a cada um, orientando-se pelos alfinetes.
O número de bilros utilizado varia conforme a complexidade do desenho.
Em Portugal a arte da renda de bilros tem especial expressão nas zonas piscatórias do litoral, com maior relevo para Peniche e Vila do Conde, onde esta arte é antiquíssima.